quinta-feira, 10 de agosto de 2017

O Boss está de volta, SEVENLOX anuncia retorno, saiba mais

“Eu não estou de volta, eu nunca fui embora. Tava no background esperando minha hora!”
Sim, é isso mesmo que você está pensando e com a frase do hit “Quem éh o boss”, inicio esta matéria falando que o Duo Africano que lotou casas do Norte ao Sul do Brasil está de volta e mais irreverente do que nunca.
Sevenlox, é formado por Len e Diima, Africanos radicados em Porto Alegre (RS) desde 2002. Entretanto e devido ao sucesso que durou mais de quatro anos, conquistaram os baladeiros das principais capitais do país, com seus beats dançantes e performances avançadas no palco, por isso são considerados cidadãos do mundo. Quem os vê pela primeira vez se impressiona pela interpretação autêntica da língua inglesa e os dialetos crioulos que compõe suas músicas.
O Duo tem musicas lançadas com diversos gêneros musicais incluindo Nego Joe (Floripa)Banda Cine (SP)Da GuedesClaus e Vanessa e com Cabal, esse ultimo super popular entre os leitores deste site. Além disso Diima e Len dividiram palco com: Racionais MC’sBoss AC e até Crhis Brown!
Depois de um pequeno hiato de três anos, onde ambos procuraram amadurecimento pessoal e profissional em suas raízes, a dupla resolveu retomar os trabalhos do Sevenlox e já esta em estúdio terminando o álbum que será lançado em breve, os rappers fazem mistério sobre o nome do novo trabalho, mas garantem que uniram seu estilo já conhecido com os novos objetivos de ambos. Quanto as participações, foram anunciados os músicos Tonho Crocco da Ultraman e o guitarrista Erick Endres, e no ultimo dia 17 de julho eles disponibilizaram a “Bad Batch” que tem participações de SachaWJCotche T e produção em parceria com Dj Wall, todos de Guiné-bissau.
Para finalizar e entender um pouquinho do que esta por vir, curte a “Bad Batch”, duvido você ficar parado!
FONTE:http://www.rapnacionaldownload.com.br/47304/sevenlox-retorno-boss/

Com pitadas de insanidade e referência aos Beatles, Lucas Felix lança ‘Helter Skelter’

Carregando o nome da clássica canção dos Beatles, “Helter Skelter” foi lançada ontem por Lucas Felix no canal do RAP TV, no YouTube.
A produção da track é de Wendeus, que também deixa seus versos no single. O integrante do grupo A.L.M.A caprichou no beat dando uma boa sincronia em conjunto com Félix. Wendeus também cuidou da mixagem, masterização e a gravação aconteceu no Estúdio Coisa Simples.
“A intenção é puxar o ouvinte para a história que contamos. O refrão fala sobre o lance do mal nascer dentro de nós mesmos, o lance do ‘inferno são os outros’, do Sartre, o famoso ditado ‘mente vazia é oficina do inimigo’ e por aí vai”, explica Lucas.
FONTE:http://www.rapnacionaldownload.com.br/47316/lucas-felix-wendeus-helter/

RND Entrevista | Froid fala sobre volta do UBR, detalhes do ‘Pior Disco do Ano’ e mais

Meteórica. Essa com certeza é uma das palavras que pode definir a chegada de Renato Froid, o primo do Guilherme, dentro da cena do rap nacional.
Para entendermos como o menino de Brasília ganhou tanto destaque dentro do jogo, é preciso voltar ao fim de 2015, quando ele, Sampa, Yank e o produtor Disstino formavam o grupo “Um Barril de Rap” e lançaram o álbum “2° Via”, com bastante sucesso de público e crítica.
Recheado com boas camadas de autenticidade, o grupo brasiliense rapidamente formou uma grande fanbase e começou a escalar a montanha do reconhecimento. O UBR, infelizmente, acabou em fevereiro deste ano deixando milhões de fãs órfãos (inclusive esse, que vos escreve), porém, os projetos solos dos seus integrantes continuam a todo vapor, como o EP Sincero, do Sampa.
Mas e o tal do Froid? O que andava fazendo o rapaz dessa entrevista? Dono de um talento inegável, Froid estava fazendo seu nome. Com participações e singles solos, antes mesmo do fim do grupo, Renato aumentava seu repertório progressivamente e – de forma até involuntária – crescia mais do que os seus companheiros de UBR.
Além de integrar o grupo Um Barril de Rap, Froid participava das Batalhas do Museu, em Brasília, no Distrito Federal
Hoje, o artista da família cheia de artistas, prepara para lançar “O Pior Disco do Ano”, seu álbum de 12 faixas, produzido pelo Luan LK (3030) e gravado na Novo Egito – gravadora e selo de Froid, 3030 e Rodrigo Cartier. Esse e muito mais assuntos (como uma possível volta do Um Barril de RAP no ano que vem) você pode conferir no bate-papo aqui embaixo. Pega a visão!

Os fãs estão bastante ansiosos para o lançamento do álbum. Fala um pouco sobre “O Pior Disco do Ano”, se ele atrasou mesmo, e o que está faltando para ele ser lançado.

– O álbum tomou forma de álbum pela primeira vez em março, por isso digo que ele é ariano. Eu entrei em agosto para fazer a primeira sessão de estúdio, que foi o momento da gestação, quando todas as músicas e todos instrumentais estavam praticamente prontos.
A produção é toda do Luan LK. Eu produzi apenas uma faixa, a música com o BK, onde eu usei o sample de “Vida Loka”, o mesmo do Atletas do Ano”. Outra tem a produção do Mestre Xim, que é a faixa com o Qualy. Além dos dois, o disco ainda terá participação do Makalister, Nissin, 3030, Rodrigo Cartier, Cynthia Luz (em uma faixa que se chamará Lamentável Part 2 com Prod. do M Lima) e mais uma com o Luccas Carlos. A do Luccas ainda não sei se entrará no disco porque a gente não terminou de produzir.
Nós temos quatro clipes gravados e pretendo lançar o primeiro deles em setembro. Daí soltamos os outros três e depois disponibilizamos o álbum para download em todas as plataformas. Esse disco registra um período muito louco da minha vida. Escolhi esse nome (Pior Disco Do Ano) por causa da intensidade. É um disco sobre pressão. Ao mesmo tempo em que é o melhor momento da minha vida é o pior também. Um registro que pode parecer meio confuso, mas é de coração.

E como você trabalha a questão da promoção do disco, o chamado hype?

– Eu ainda não tinha pensado em nada tão comercial até porque eu nunca trabalhei em comercializar minha arte. O UBR era totalmente underground e a gente trabalhava mais o lado artístico do que a promoção. Eu pretendo lançar meu som com bastante conceito e espero que isso sirva para promover o álbum.
Makalister Renton e BK serão algumas das participações do “Pior Disco do Ano”

Como se dá o seu processo criativo na hora de compor? Costuma escrever “de cara” (sóbrio)? 

– As minhas piores músicas foram as que eu escrevi “de cara”. Tem umas três que já escrevi e que eu não gosto. O processo criativo é uma entidade, um Deus, que a gente não sabe explicar. É um acontecimento, um nirvana, espontâneo, um acidente. Qualquer outra coisa é forçar a barra.

Você é um cara muito conhecido pelo seu flow e pela sua escrita carregada de metáforas. Considerando que o ideal é sempre unir os dois, já ocorreu de você abrir mão de um para valorizar o outro?

– O flow é a dor da minha voz. Ele não é uma coisa tão mecânica como as pessoas usam. Ele é uma consequência, é o jeito que eu sinto os instrumentos da base, tentando fazer minha voz mais um dos instrumentos. Então eu acho que o flow é o sentimento que acaba sendo a consequência da escrita.
“Antissocial” é um dos últimos lançamentos de Froid onde ele mostra todo seu repertório e une uma escrita espiritual ao lado de um flow “cheio de dor”

Na sua turnê você tem se apresentado ao lado do Disstinto e do Menestrel, certo? Como tem sido a repercussão das apresentações e como é a participação deles no show?

– O Disstino está comigo desde o UBR, é o DJ que eu confio. O Menestrel foi porque ele sabia todas as letras. Depois tomou outra proporção porque eles criaram o seus próprios públicos. É muito interessante porque cada um tem sua fanbase. Também levo a Cynthia Luz, que tem seu público. Acaba que eu trago mais gente pro meu show e deixo ele mais interativo e performático, o que deixa a apresentação bem mais interessante.
Froid se apresentando em turnê ao lado do DJ Disstino e o rapper Menestrel.

Como você vê o rap daqui a 15 anos, e o que você pretende alcançar nesse tempo?

– É impossível mensurar o que vai acontecer com o rap daqui a 15 anos. Há cinco anos atrás, quando eu fiz parte do rap, eu vi uma evolução descomunal, então não consigo mensurar. O que eu espero é que a indústria não use o RAP de forma negativa. Não corrompa do jeito que já está acontecendo, que as pessoas consigam manter os pés nos chão, não se iludam com mulher e droga e ataquem as pessoas que a gente precisa atacar, porque o rap não é uma música igual as outras, ela tem um cunho social importante. E não é aquele papo de “rap de mensagem”, só em você estar falando com uma linguagem diferente, você já é um ativista. No mais, eu espero conquistar o mínimo: conforto pra minha família e liberdade pra mim e quem escuta meu rap.

Na mesma linha de pensamento, qual é a principal diferença pra você entre o público do rap da velha escola e o atual?

– A diferença é que o público da velha escola enfrentou muito mais problema por gostar de rap do que o da nova escola. Antigamente as pessoas eram vistas com outros olhos quando se falava de rap. Essas pessoas da velha escolha que eram fãs de rap com certeza enfrentaram a questão do preconceito (no sentido de ser visto como bandido e tudo mais). O público da nova escola pode gostar de rap porque a sociedade evoluiu muito. Hoje a gente tem uma cabeça muito mais aberta. Então, não é sobre o rap, é sobre ter a cabeça aberta. As pessoas conseguem se respeitar mais, por isso hoje é mais simples gostar de rap.

O UBR deixou um legado de fãs órfãos. Seu entrosamento com Yank e Sampa no mic criou algumas das tracks mais criativas e envolventes dos últimos tempos. Existe a possibilidade de novas músicas com participação deles?

– O UBR foi um grande acidente. A gente criou uma coisa que só agora conseguimos ver o tamanho. Meus melhores amigos ainda são o Sampa, Yank, Disstino, Caique e o Nardin (técnico de som). Eu tenho plena certeza que a qualquer momento vai ter uma coisa nova nossa. Não agora que está todo mundo fazendo seus projetos solos, mas mais pra frente, talvez ano que vem, com certeza vai ter sim uma coisa nossa. A gente ficou muito afastado, mas nos últimos meses nos reaproximamos como eu nunca tinha visto antes. Então possivelmente tenha coisa nova do “Barril” aí. Nunca se sabe.
Froid deixou os fãs sonharem com uma possível volta no ano que vem do já marcante grupo Um Barril de Rap

Tanto no Brasil quanto na gringa existem rappers e grupos que quando alcançam um certo nível de popularidade deixam cair a qualidade musical por passarem a entregar músicas “mastigadas”. Você também enxerga essa queda e acha que esse é o real motivo?

– Isso é uma coisa que eu venho falando há anos. Eu não gosto de músicas mastigadas, que a mensagem é muito clara, mas isso também não quer dizer que ela tenha que ter uma linguagem rebuscada, que inibe as pessoas de conhecer você. Minha maior referência sobre isso é o Bob Marley, que tem letras simples e ao mesmo tempo carrega uma questão espiritual muito forte. Quando o grupo quer ser comercial ele vai ser comercial e você vai perceber que ele está ali se esforçando para vender a popularidade. Eu não tenho nada contra, nem nada favor, só como gosto pessoal eu prefiro a linguagem espiritual, que cativa a minha mente e me força a ter um pensamento sobre um ângulo que eu não tive ainda.

Qual foi o show mais foda que você já fez?

– Eu não sei qual foi o show que o público mais gostou, mas o que eu mais curti foi um em São Paulo, um acústico com a banda Medulla, porque eu gosto dos instrumentos, da banda, do entrosamento. Foi o melhor show por causa do felling, da vibe. Inclusive, quero investir mais nisso. A minha meta é trabalhar com banda e só, fazer um som mais orgânico.
Realmente, Froid demonstra gostar bastante do lado orgânico da parada. Enquanto o filho ariano, digo, álbum ariano dele não sai, confira um dos trampos recentes do rapper, um belo acústico ao lado de Pedro Qualy e da banda Medulla pra deixar qualquer fã de música boa com água na boca.
FONTE:http://www.rapnacionaldownload.com.br/47227/froid-ubr-pior-disco-do-ano/

Com produção de $UPREMO$ e Fahel, DaLua lança a mixtape ‘Fre$h Prince’

DaLua não para!!! Na madrugada de hoje, o rapper antecipou o lançamento da mixtape “Fre$h Prince”, que conta com sete faixas, produção de $UPREMOS e Fahel e ainda a participação de Raffa Moreira.


Segundo ele, essa trabalho marca uma nova fase em sua carreira e, por causa disso, decidiu trabalhar em uma mixtape só de plug, até mesmo para que pudesse estudar e entender melhor sobre.
“Não foi fácil, tive vários resultados ruins antes de chegar nessa tracklist. O plug é muito animado, bem alto, uma parada beeeeeem feliz, totalmente diferente do que estou acostumado a lidar. Então, foi um processo bem delicado. Tenho um lado muito dark no meu trampo, talvez por isso tenha sido um pouco mais difícil fazer esse do que os outros trampos que já fiz”, afirmou.
Ouça “Fre$h Prince”. O cover art foi feito por Fuky Nery.
Tracklist – Fre$h Prince Mixtape

01 Intro; Depois do Show (Prod By. Fahel)
02 Atlanta (Prod By. $UPREMO$ Beats)
03 Á francesa (Prod By. Fahel)
04 Fresh Prince feat. xYoung Moreirax aka SKATE DRACO (Prod By. $UPREMOS Beats)
05 Uhhhh (Prod By. $UPREMO$ Beats)
06 Temaki, Hot Roll (Prod By. Fahel)
07 Rodoviaria (Prod By. $UPREMO$ Beats)

FONTE:http://www.rapnacionaldownload.com.br/47332/mixtape-dalua-frashprince/

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Escute ‘Refratário’, single de estreia da Janus, duo formado pelos MC’s Borr e Palestrante

Conhecidos desde 2009 por estudarem no mesmo colégio, em Salvador-BA, Rodolfo Guimarães (Borr) e Rodolfo Cajaíba (Palestrante) formam o grupo Janus, que carrega o selo Balostrada Records.
Em meados de 2017, com a saída de Borr da Pináculo – outro grupo de rap soteropolitano – e o convite feito pelo beatmaker Gabrat para a produção de uma faixa, nasce a ideia da criação de um novo projeto, a Janus (nome baseado no Deus latino dos inícios e dos fins).
Em seu single de estreia, batizado de Refratário, os rappers Borr e Palestrante abordam as questões sociais de dominante e dominado em cima do instrumental de Gabrat. A captação da faixa foi feita na Balostrada Records com a mixagem por DJ Marcelo.
A Janus é mais um grupo que integra o selo local Balostrada Records, que conta também com Interplanetários, Bonde do Descarrego, Pináculo, Raro Efeito e 2Kike.
FONTE:http://www.rapnacionaldownload.com.br/47309/janus-borr-palestrante-refratario/

sábado, 5 de agosto de 2017

CONHEÇA O TRABALHO DO PRODUTOR DIEGO THEKKING E SEU ÁLBUM DE ESTREIA “ARABESCO”


Hoje os leitores do Portal Rap Nacional vão conhecer um grande talento carioca que chega com um RAP inovador e cheio de musicalidade nas 18 faixas do álbum Arabesco. Grande maioria das músicas foram produzidas por ele mesmo, a auto-produção na minha opinião ajuda com o casamento perfeito do instrumental à levada calma e bem feita de Diego Thekking, que também chega no backvocal em alguns refrões, provando que tem domínio em cada etapa de seu trabalho.

Caminhando na contramão do RAP comercial, Thekking mostra na faixa “A Real” que o discurso de sua música é um dos seus principais fatores e o mesmo deve prevalecer intacto desde as origens. Esta música ainda conta com participação especial de Dom Negrone e Old Dirty Bacon.

Mas Arabesco não se prender a um único tema, muito pelo contrario, um disco com assuntos bem variados, como por exemplo a faixa “Papo Bandido”, que narra um romance vagabundo e tem participação da rapper Taz Mureb. Na mesma pegada, só que mais romântico, Thekking chega na faixa “Só nós Dois”, uma homenagem para a esposa dele.

Destaque também para as faixas “Walter White”, “Deitem-se”, “Na Rua” e “Marola Maior”, que trazem a essência do RAP de rua e narrações de seus caminhos.

Com um flow diferenciado, letra de conteúdo e variedade na temática, Diego Thekking estreia com chave de ouro com álbum Arabesco que você pode ouvir apertando o play logo acima ou nas plataformas digitais: Spotify, iTunesGoogle Play ou Deezer.

Diego Thekking também é responsável pela D-Unit Music, um selo de entretenimento criado e comandado por ele mesmo e que vem desenvolvendo um trabalho na cena carioca.

FONTE:http://www.rapnacional.com.br/conheca-o-trabalho-do-produtor-diego-thekking-e-seu-album-de-estreia-arabesco/

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

O Rapper Matheus Henrique


E Bom Jesus, segue fabricando suas rimas através de seus rapper´s da nova Geração. E dessa fez a casa é em Bom Jesus do Norte-ES. Quem faz parte da nova safra da cena, é Matheus Henrique, o Rapper MTMC, que vai caminhando e aos poucos abrindo caminhos para conquistar o seu espaço na cena underground.
Clique e confira o trampo desse mano que é uma das futuras promessas da região Noroeste-Fluminense.

Ouça com exclusividade a música ‘Anos Dourados’ do paulista Rappek

Alessandro Barbosa da Silva, batizado pelas ruas como Rappek, é um rapper da zona leste de São Paulo, que caminha a passos largos para ser uma das maiores promessas do rap nacional.
Integrante do coletivo 1VIDA e antes apadrinhado pelo lendário grupo de Hip-Hop nacional Black Juniors, o rapper segue ganhando aos poucos, grande notoriedade na cena com apenas 22 anos de idade.
Depois de ter lançado seu EP em 2015, ele disponibilizou uma mixtape compilada com 17 faixas não-oficiais gravadas entre 2012 e 2015 e lançou o single “Anos Dourados” que você pode ouvir com exclusividade no nosso canal.
FONTE:http://www.rapnacionaldownload.com.br/47196/rappek-anos-dourados/

Non Ducor Duco, segundo trampo solo de Kamau, completa 9 anos

Hoje (4) fazem nove anos que Kamau lançou seu segundo trampo solo, o “Non Ducor Duco”, frase em latim que signfica “Não sou conduzido, conduzo”, se encontra escrita também na bandeira paulistana. Lançado pela gravadora independente Plano Audio,foi considerado pela Revista Rolling Stone do Brasil como um dos 25 melhores discos nacionais de 2008.
Além de Kamau, esse álbum conta com um time pesado na produção das batidas como ParteumMunhozNaveDJ SuissacFiliph Neo e DJ Primo. E as participações são as melhores possíveis: EmicidaRashidRincon SapiênciaParteumRaelStefanieJeffeDJ Will, KL Jay. “Non Ducor Duco” é um clássico, daqueles que deve ser ouvido e apreciado por todos. Faz jus a sigla RAP, é ritmo e poesia do começo ao fim.
A primeira música que eu ouvi desse disco foi “Vida“, que o Rael canta o refrão, até hoje quando ouço ainda me emociono. Nesse som Kamau fala, no primeiro verso, de um amigo que tirou a própria vida, no segundo verso de um primo que faleceu e no último de um filho/filha que ele ainda terá.
Em “Porque eu Rimo“, o destaque fica para o verso do Rincon Sapiência, verso este que não estaria na faixa se dependesse do Rincon, que queria outra rima, Kamau e outros MC’s que participam da faixa que o convenceram.
“Evolução sim, renovação sim / Tenho obrigação com a tradição mesmo assim / Sigo, com mente aberta, mas sempre alerta / Ninguém se vende até que seja feita a oferta”. É com essa tipo de rima que Kamau dá um choque de realidade na rapaziada em “Resistência”, que tem participação de KL Jay e Carlos Avonts.
Como eu já falei, é um clássico esse álbum e músicas como “Amar é”, “Equilíbrio”, “A Quem Posa Interessar”, “Sabadão”, “Parte de Mim”, “Só”, são canções que se você não conhece, procure saber.
Ouça:
Se quiser saber mais sobre “Non Ducor Duco” veja também:
FONTE:http://www.rapnacionaldownload.com.br/47198/non-ducor-duco-segundo-trampo-solo-de-kamau-completa-9-anos/

Junto a Ellen Oléria, Rashid quer fazer o impossível virar em ‘Se Tudo Der Errado Amanhã’

Com um refrão marcante, na voz da cantora Ellen OlériaRashid lançou na madrugada dessa sexta-feira (4) a faixa “Se Tudo Der Errado Amanhã”, a quinta do #ProjetoEmConstrução. Acompanhada de lyric video, produzido pela Agência Free Birds, a música tem produção do DJ Duh e mixagem e masterização de Luiz Café.
A cada trabalho lançado, Rashid mostra o quanto evoluiu. A letra em si é uma conversa com indagações, provocações, diversas referências e críticas, além de passar uma mensagem importantíssima, que é, independente do que aconteça, não recue, ‘faça o impossível acontecer’, não desista. Não é uma música qualquer, quem ouvir e prestar atenção na ideia passada, vai se fortalecer.
Recentemente ele participou da “The Cypher Respect II”, ao lado de AtentadoNapalmRincon SapiênciaCoruja BC1Sant e Xamã, com produção de Scooby. Em junho, o rapper lançou o videoclipe da faixa “Musaschi“, que também faz parte do #ProjetoEmConstrução.
Confira o lyric de “Se Tudo Der Errado Amanhã”.
Trecho da Música
“Se na rua é só fight, de Thaíde a Ice T / Pelos preto de Gana ao Haiti / Mano, bem antes dos destaque, mano / Pelas rua mais que Shimano / Era “noiz” e foi dito ali que se cair vai ser rimando / Eu nunca esperei nada em troca, só escrevi, mano / E tô firmando”.

FONTE:http://www.rapnacionaldownload.com.br/47204/rashid-se-tudo-der-errado-amanha/

Luiz Melódia morre aos 66 anos no Rio; rappers lamentam

O músico Luiz Carlos dos Santos, o Luiz Melodia, veio a óbito, na manhã desta sexta (4), no Rio de Janeiro. O cantor lutava contra um câncer que atacou a medula óssea, sua morte foi por volta as 5h. A informação foi confirmada pelo guitarrista Renato Piau, que tocava com Melodia.
O cantor chegou a fazer um transplante de medula óssea e resistiu ao procedimento, mas não vinha respondendo de forma satisfatória a quimioterapia. O câncer voltou e o quadro de saúde de Melodia se agravou nesta quinta (3). O velório será na quadra da Escola de Samba Estácio de Sá, ainda sem horário confirmado.
Filho do sambista e compositor Oswaldo Melodia, de quem herdou o nome artístico, cresceu no morro de São Carlos no bairro do Estácio. Foi casado com a cantora, compositora e produtora Jane Reis de 1977 até sua morte, e era pai do rapper Mahal Reis (1980).
Lançou seu primeiro LP em 1973, “Pérola Negra”. Nas décadas seguintes Melodia lançou diversos álbuns e realizou shows no Brasil e na Europa. Em 1987, apresentou-se em Chateauvallon, na França, e em Berna, Suíça. Em 1992, participou do “III Festival de Música de Folcalquier”, na França, e, em 2004, do Festival de Jazz de Montreux, à beira do Lago Leman, onde se apresentou no Auditorium Stravinski, palco principal do festival.
Participou do quarto disco solo do titã Sérgio Britto, lançado em setembro de 2011, “Purabossanova”. Em 2015, ganhou o 26º Prêmio da Música Brasileira na categoria Melhor Cantor de MPB.

Através do Instagram, mesmo com pouco tempo da confirmação da morte de Melodia, rappers se pronunciaram sobre essa perca para a música brasileira, como Coruja Bc1, Max B.O., Msário, XisNaveMarcelo D2Rashid e outros. “Luiz Melodia, obrigado. Nós somos muito gratos à sua linhagem e trajetória musical… Influência ímpar. R.I.P.”, disse Max. Já D2 fez um texto bastante pessoal. “‘Se a gente falasse menos talvez compreende-se mais’ meu querido amigo Melodia vc vai fazer falta, fico aqui com meu coração partido e lágrimas nos olhos, mas feliz por ter encontrado você nessa vida. Todo o amor para Mahal, Jane e toda a família. Vou lá tomar uma cerveja no posto aonde tomamos várias e ouvi suas histórias maravilhosas. Gente dá melhor qualidade esse aí!”
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FONTE:http://www.rapnacionaldownload.com.br/47218/luiz-melodia-morre-aos-66-anos-no-rio/

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Sejam bem vindos a insanidade de Lesivo e Sinistro. Confira ‘Logos Loucos’

O underground cearense possui várias facetas, vários estilos e rap’s para todos os gostos, circulando nos eventos de rua espalhados por toda a capital, dentre tantos grupos se destaca o som de Lesivo e Sinistro que juntos, formam a dupla Logos Loucos. Os mc’s são crias das batalhas de freestyle e já vinham seguindo carreira solo, ambos assumem a identidade do que se auto-intitulam “Rap sujo” trazendo em suas composições, críticas sociais e vivência nas ruas, carregadas de metáforas na companhia de um flow original, o que firma ainda mais a identidade do duo.
Após algumas colaborações na caminhada solo, dentre elas a musica “pilha” lesivo e sinistro, apresentam o projeto e passam a seguinte visão:
Isso é apenas um pouco do que ainda estar por vir, resolvemos abordar diversos temas por meio de metáforas e paradoxos de uma forma bem resumida. São alguns detalhes das entranhas de nossa alma, que será mais explorada conforme o tempo, buscando sempre evoluir musicalmente sem perder a essência.” Afirma Lesivo
O audiovisual é assinado por Jefferson William (Payaso), a direção vem assinada por Igor Rangel e a produção musical é uma colaboração de Manicômio Beat e Máfia Underground.
A ideia do som é tocar em pessoas que foram anestesiadas pela mídia (com programas policias, sensacionalismo, e jornalismo abusivo) julgando pessoas que nem conhecem, totalemte habituados com o absurdo, almoçam enquanto vêem a disgraça alheia.” Ressalta Sinistro
Confira Logos Loucos, no YouTube mais próximo de você e conheça a real insanidade das ruas fortalezenses.
Trecho da Música
“E tome vômito,
fim atômico, fogo vulcanico,
na camada de ozônio,
camarada isso é tragicômico 
como os estados unidos terem inventado o estado islâmico”.

FONTE:http://www.rapnacionaldownload.com.br/46966/logos-loucos/

Por trás da plataforma: O Soundcloud no Brasil e o mercado independente

Antes do caos a maresia, assim penso sobre a história do Soundcloud – Plataforma digital Alemã fundada em 2007 por Alexander Ljung e Eric Wahlforss, basicamente construído para profissionais da música que estivessem construindo suas produções, apresentassem seus projetos, buscando ou não a formação de colaborações, pesquisando novas músicas, artistas entre outras coisas que o site trouxe como característica principal, logo, como um “quadro”, ou seja, o espaço para a publicação de música chamando ouvintes e consequentemente público, assim, aumentando o campo de visão e sendo muito bem introduzido na indústria musical – pera, será? 

Neste artigo, vamos tentar entender como o Soundcloud se tornou um grande revelador de novos artistas dentro do mercado da música (focando no Hip-Hop/Rap) e também o motivo da plataforma não ter dado certo no Brasil, como deu internacionalmente ou nos países desenvolvidos.
 “Resolvi montar uma playlist com alguns sons nacionais e já tinha ouvido falar do Numa Margem Distante do RET e Mão lee, até que caçando achei seu perfil no Sound e foi um impacto…”
Era 2011, ouvindo Goblin, estava procurando música nova no Soundcloud e resolvi montar uma playlist com alguns sons nacionais e já tinha ouvido falar do Numa Margem Distante, do RET, até que caçando achei seu perfil no Sound e foi um impacto, estava acostumado a quase não ver plays dos artistas nacionais dentro do site e lá ele tinha o máximo de favorites que um artista poderia ter, todos os comentários e o máximo de downloads (100 permitidos na época) já feitos. Ok! Aquilo ficou na minha mente, catei umas músicas e aquilo ficou marcado na minha cabeça, Neurótico de Guerra ainda não tinha sido disponibilizada no Youtube (ainda).
Agora o texto entra em um ponto importante, que é a busca por “Soundcloud rappers”. LP me apresentou esse termo e tudo fez mais sentido quando coloquei isso dentro da pesquisa, pois assim que funciona a plataforma – você pesquisa, acha um artista novo, compartilha – apresenta, amanhã busca algo novo, nem que seja um single, um mísero single, e se renova querendo mais música, e, naquela  fase da adolescência (você pesquisador musical vai se identificar) quer saber o máximo de música possível e pra colar com os amigos que entendem de música ter material novo para apresentar, ou até ciúme das músicas, sei lá o que é isso, mas a questão principal dentro desta linha de raciocínio vai além da pessoa que só faz o download da música, e a partir daqui aqui aprofundamos a história.
 O Soundcloud e o mercado americano
O mercado dos Estados Unidos é amplo e dinâmico, o suficiente para um artista que fez milhões ser colocado na geladeira em duas semanas (ou menos), tudo simples, existe uma “fórmula de mercado” onde as coisas são implantadas e o jogo é distribuído, joga quem quiser, e que vença o melhor, mas, dentro do Soundcloud isso não tem tanta importância, até porque é você quem decide a música que vai compartilhar e o artista novo que vai surgir ou o “hype” que ele irá entrar, parece mais difícil “estourar” dentro desta plataforma né?
Em 2013 Chance the rapper (peça importante neste artigo) deu início a série de mixtapes até chegar a alguns grammys com Coloring Book  2016 – SaveMoney, provando a força de um artista independente, aqui, o mercado se adéqua a você e o jogo vira algo fora da bolha que a indústria cultural prende a maioria dos artistas com as grandes gravadoras e todas aquelas merdas.
“Eis a primeira problemática, mas de rápida solução, o mercado Americano consome música e informação rápida e constante o que tem profundo reflexo em como o americano e o europeu vê a música…
Seguindo esta linha, penso: por que os artistas conseguem deslanchar em uma plataforma dessa? Eis a primeira problemática, mas de rápida solução, o mercado Americano consome música e informação rápida e constante o que tem profundo reflexo em como o americano e o europeu vê a música, busca, discute em fórum, chora quando um artista ou banda antiga termina seus projetos mas tá com o mouse clicando no disco novo de um outro músico, e mais a frente surge o mercado independente, a partir de uma galera que não tá nem aí pro que o mercado está oferecendo e fica satisfeita em saber todas as músicas de um artista que ninguém conhece, mas, esse artista é bom e quando mais pessoas procuram por este, ele deslancha e decide se continua no mercado independente ou cai pra dentro de um contrato, mas aí é outro papo, aqui falamos sobre como a música dentro da plataforma funciona, percebeu? Um DJ vai ficar a noite inteira procurando remixes e tracks novas dentro do Soundcloud e colocando a suas lá, valorizando a identidade na qual o site foi criado.

E o Brasil? Ah, isso é uma história mais interna, uma visão pessoal sobre um mercado nacional que é gigante mas ao mesmo tempo plural, funciona, não funciona, aumenta e diminui para um ou outro e quem consome música mas não pesquisa fica meio vendido sobre o caminho que deve seguir.
A pesquisa musical de cada um funciona como?
Pescando informações com amigos de projetos musicais, Djs e ouvintes de música em geral pude perceber que cada um tem uma visão particular sobre como consumir música e a partir daí passei a olhar pro lado, um primo, uma tia, irmã e outros amigos que não tem nada haver com música e é notável o quanto a rádio influencia a mente dessas pessoas – não tô falando de modo negativo, cresci ouvindo MPB FM e Rádio Cidade e de alguma forma as pessoas esperam, elas querem saber o que tá rolando no rádio pra saber o que é a “música do momento” isso lá fora existe, é um fato, mas o ponto pessoal do texto é que aqui no Brasil o sentido da pesquisa musical ainda é visto em minoria. Algumas pessoas esperam sair algo e algum amigo apresentar dizendo que aquilo é bom e isso acaba refletindo em vários fatores, sociais por exemplo, onde a pessoa não tem internet e o campo de pesquisa fica limitado, mas em uma escala maior  o mercado dita e o consumista recebe e espera algum grupo de sertanejo se apresentar no Faustão (nada contra).
 “Ah, você não conhecia ele quando eu gostava” “o artista tal de antigamente era muito melhor…”
A indústria é um sistema e dentro deste sistema alguns poucos artistas conseguem fazer o que querem e ao mesmo tempo serem vistos por todos, e, quem espera música raramente vai ouvir a fundo aquele artista que emplacou um hit semana passada e sempre vai ficar aquele papo “ah, você não conhecia ele quando eu gostava” “o artista tal de antigamente era muito melhor” Bleeeeh, bobagem, a pesquisa cada um decide como fazer e como introduzir novas buscas, e desse modo, os anos passaram e as notícias sobre a queda do Sound cresceram, depois de matérias como o twitter comprando uma parcela de cerca de 11% da plataforma e informações da Forbes dizendo que o número vinha caindo, até chegar aquela mensagem – falsa ou não – sobre os “últimos 50 dias do Soundcloud”, artistas fazendo backup e tentando entender se era verdade e, eis que Chance The rapper, surge like a ranger e “salva” o site após uma conversa com o dono da plataforma e uma possível doação, projetos e outras coisas, visto que Chance deve muito ao Soundcloud, pois realmente fez parte da construção de sua ilustre carreira, fim de papo e em sua própria página foi disponibilizada a track “Big b’s” com o Young Thug como um presente aos fãs reais do site.
 “Se a negociação entre Chance e o CEO do Soundcloud deu certo ou não, veremos nos próximos passos…”
Hoje, o Soundcloud vive uma época entre o caos e a maresia, o que já valeu milhões pode estar passando por bons bocados e graças a colaboração de artistas que realmente fizeram pela plataforma, os serviços e contas pró permanecem intactos (conta geralmente usada por profissionais da música, diferente de Spotify etc). Conversas como monetização do Soundcloud e os milhões de plays nas contas do Lil uziTravis e XXX não param, se ajudaram ou não é um fato que não sabemos mas são artistas que vieram lá daquela conversa inicial deste artigo, fruto de ouvintes que procuram, pesquisam e conseguem achar música boa, os jogando lá em cima no topo dos artistas e ainda sim estando em um “hype” mais alternativo, pois o Soundcloud promove muito da identidade visual mesmo sendo uma plataforma apenas para áudio – afinal as capas falam e se unem a música. 
E as notícias sobre o Soundcloud…
Por fim, os números atuais do Soundcloud são incertos, sabemos que com sete anos de existência a empresa chegou ao primeiro bilhão, no final de 2015 boatos sobre problemas financeiros começaram a rondar, parcela de porcentagem comprada pelo Twitter, já em 2016 notícias como a possível monetização dos sons para uma pequena parcela de artistas convidados pela plataforma, entre eles, Future21 Savage, Chance The Rapper e outros.
O que sabemos conforme declaração oficial é que, recentemente, já em 2017, 40% dos funcionários estariam sendo mandados embora, e empresas de compartilhamento como o We Transfer, oferecendo cerca de 10 mil dólares para os antigos funcionários, de maneira que eles parassem de procurar empregos e fizessem parte da equipe de inovação do site, pois bem, se a negociação entre Chance e o CEO do Soundcloud deu certo ou não, veremos nos próximos passos, mas deixo aqui um último adendo sobre a questão principal do artigo – Se o Soundcloud faz parte de um mercado para artistas experimentais e público que consome música em grande quantidade, porque o brasileiro não o recebeu da maneira como deveria ser feita? E serviços que apontam “música fácil”,(Spotify,etc) e por mais que o catálogo seja infinito funcionam como rádios dão super certo aqui? Seria o Brasileiro desacostumado a pesquisar música, esperando a arte cair em seu próprio colo? Isso nos levará para algumas questões em que abordarei no próximo artigo: “Arte e mercado: para que e pra quem?”. Até a próxima.
FONTE:http://www.rapnacionaldownload.com.br/47130/soundcloud-br/