quarta-feira, 22 de novembro de 2017

MAIS UMA MALDIÇÃO BRANCA


Os brancos italianos fizeram um acordo com a Líbia para que a guarda costeira libiana, resgatasse os refugiados náufragos, sendo assim, sendo levados para a Líbia, uma nação sem lei dominada pelos morenos islâmicos, para serem vendidos como escravos. Acordos entre, os brancos italianos e os brancos(morenos) da parte branca da África, Líbia.
É obrigação da branquelada europeia e da ONU, resolver isso e punir os culpados, já que tudo isso é culpa deles.








OS NEGROS QUE BEIJAM OS PÉS DOS SENHORES DE ENGENHO

Se celebramos o novembro preto, porque motivo temos que homenagear pessoas brancas?

O Novembro Preto é o mês de celebrações pretas, portanto tudo que se venha a celebrar dentro desse mês deve ser voltado para as pessoas pretas. As brancas podem comungar com o devido respeito e harmonia dessa celebração mensal que é o ápice da negritude nacional, mas os festejados são os pretos e pretas.

O que não cabe, é assistir brancos e brancas que se quer tem simpatia pelas nossas causas e demandas, são antipáticos em nossas ancestralidades, serem pleiteados a receberem prêmios como foi o caso do racista, segregacionista, preconceituoso e excludente prefeito de São Paulo Dória Ração. É algo totalmente inconcebível.

A máxima de Marcus Garvey, de não levar os negros de volta para a África pois a negros que não são de boa índole aqui e não o serão lá, corrobora com a fatídica realidade racial brasileira. Negros e negras cordeirinhos a desserviço de nossas lutas, de muitas lutas negras. Esses (as) jabuticabas engrossam as fileiras de vários Holidays, que são totalmente contra projetos que defendemos.

Negros e negras que beijam os pés de seus senhores de engenho, que esqueceram suas lutas, ancestralidade, representatividade, pois estão confortáveis em seus cargos e no alto de seus pedestais, olhando para baixo observam os negrinhos e negrinhas maltrapilhos que somente servem para engodar seus discursos sofistas.

Portanto, nós pretos e pretas compromissados com a nossa cor, nossa raça, nossas dores, nossas lutas, devemos ser celetistas sim entre os nossos, entre aqueles negros e negras que abrem as suas bocas pérfidas para ludibriarem inocentes com discursos mentirosos e oportunistas.

Deixemos de ser rasamente tolerantes, e comecemos a lavar a roupa-suja e jogar no lixo todo aquele com a tez mascarada. Negro e negra de casa grande não representa a maioria.

MARCELO SILLES
Rapper, Assistente Social e Presidente do Diretório Estadual da Frente Favela Brasil do Espírito Santo




NOTA DE REPÚDIO (PEÇO QUE COMPARTILHEM CASO SE SOLIDARIZEM)

Venho repudiar a atitude da Escola Educar Sesc, ligada ao Sistema Fecomercio, que hoje EXPULSOU minha filha trans de 13 anos, que lá estuda desde os 2 anos de idade, numa clara PRÁTICA TRANSFÓBICA.
A escola já não vinha respeitando a resolução numero 12/2015, que garante o reconhecimento e adoção do nome social em instituições e redes de ensino de todos os níveis e modalidades, bem como o uso do banheiro de acordo com a identidade de gênero de cada sujeito.
Desrespeitava o nome social, colocando o nome civil em todos os registros, tais como frequência, avaliações, boletins, a submetendo ao constrangimento. O banheiro feminino também lhe foi negado, com a recomendação que usasse o banheiro da coordenação.
Depois, a impediram de pegar a carteirinha de estudante com o nome social (como a Etufor garante) porque se negaram a confirmar a matrícula dela, o que causa danos morais e também financeiros, uma vez que ela não pode exercer seu direito à meia.
Hoje, no CÚMULO DA TRANSFOBIA, me chamaram pra uma reunião e “recomendaram” que nossa família procure outra escola, que possa atender “as necessidades” dela. Admitiram que ela é uma ótima aluna, com boas notas e comportamento, mas não vão fazer a matrícula dela para o ano de 2018.
Simplesmente a expulsaram, a enxotaram. E quando eu questionei nos escorraçaram: “os acompanhem, já terminamos a reunião”. Lara e nós, pais, nunca nos sentimos tão constrangidos, humilhados, diminuídos, desrespeitados...
O que justifica a expulsão de uma aluna com um histórico exemplar senão a transfobia? Não seriam eles (os educadores) as pessoas mais responsáveis por fomentar um mundo que nos garanta um futuro mais justo, humano, igualitário?
Escolhemos a Escola Educar Sesc porque acreditávamos no projeto pedagógico construtivista e inclusivo, onde desde cedo minha filha teve oportunidade de conviver com as mais diversas crianças: autistas, down, portadores de deficiência física...
Um lugar que Lara tinha como uma segunda casa, onde ela cultivou todas as suas amizades, nos deu a decepção mais amarga. Mas transformaremos esse gosto azedo em força para lutarmos por Justiça!!!
Já fizemos um B.O. na Dececa, entramos em contato com a advogada do Centro de Referência LGBT Janaina Dutra e vamos até as últimas consequências. Pela Lara e por todxs que virão depois dela.
P.s. Peço aos amigos que colaborem como puderem para não deixar isso impune: compartilhem, pautem os meios de comunicação onde trabalham, enfim... Não deixemos que o ódio e a intolerância nos impeçam de exercermos o direito de sermos quem somos!


Pré-Conferência de Ações Afirmativas da UFES - 28 de novembro - Auditório CCE. Carta convite aberta à comunidade universitária e sociedade civil organizada.





terça-feira, 21 de novembro de 2017

Nota pública contra a proposta do executivo municipal de Vitória-ES, de instituir o dia 20 de novembro como: Dia Municipal da Criança e Adolescente.

Nota pública contra a proposta do executivo municipal de Vitória-ES, de instituir o dia 20 de novembro como: Dia Municipal da Criança e Adolescente.
Segundo foi noticiado no site da PMV em 16/11/2017, o executivo municipal pretende encaminhar a câmara projeto de lei instituindo o dia 20 de novembro como Dia Municipal da Criança e do adolescente. De acordo com a matéria "a proposta é a dar visibilidade aos desafios da infância e da adolescência, garantindo a elas oportunidade de se expressar, falar sobre suas preocupações e expor suas ideias, como agentes de mudança".
Não questionamos o mérito do projeto. Porém, tinha que ser no dia 20 de novembro, Dia nacional da Consciência Negra? Não poderia ser dia 19 ou 21, por exemplo. Será que este projeto não invibiliza a data já consagrada a memória de Zumbi dos Palmares? Será que a PMV não estaria praticando Racismo Institucional?
O Racismo Institucional caracteriza-se pelo fracasso das instituições e organizações em prover um serviço profissional e adequado às pessoas em virtude de sua cor, cultura, origem racial ou étnica. Ele se manifesta em normas, práticas e comportamentos discriminatórios adotados no cotidiano do trabalho, os quais são resultantes do preconceito racial, uma atitude que combina estereótipos racistas, falta de atenção, ignorância e vitimização. Em qualquer caso, o racismo institucional discriminados em situação de desvantagem no acesso a benefícios gerados pelo Estado e por demais instituições e organizações.
Cabe destacar, que a atual gestão reduziu a importância do orgão gestor de Igualdade Racial dentro da Secretária de Cidadania e Direitos Humanos, transformando o que era uma gerência em coordenação, além de reduzir seu quadro funcional. Também o CEAFRO - Centro de Estudos Afro-brasileiro, que funciona na Secretaria de Educação sofre com o sucateamento das políticas públicas de igualdade racial no município.
Salientamos que o Dia Nacional da Consciência Negra, instituído pela Lei Nº 12.519, 10 novembro 2011, faz uma justíssima homenagem a Zumbi dos Palmares, morto em combate no Quilombo dos Palmares, em 20 de novembro de 1695. A data é importante para a conscientização e reflexão sobre a importância dos povos africanos na formação de nossa identidade e da cultura nacional.
Diante do exposto, repudiamos esta proposição do executivo e conclamamos o legislativo municipal que faça uma escuta junto a comunidade negra do município, que ouça o CONEGRO - Conselho Municipal do Negro, enfim promova um amplo debate antes de colocar este projeto em votação.
Zumbi Vive! valeu Zumbi, somos herdeiros da sua luta pela liberdade!
Vitória, 20 de novembro de 2017.

Assinam:
União de Negros Pela Igualdade UNEGRO/ES
Fórum Estadual de Mulheres Negras ES
Rede Estadual de Matrizes Africanas e de Terreiros 
Associação de Capoeira Nação Yorubá
Secretária de Combate ao Racismo CTB/ES
Fórum de Educação de Vitória
Fórum do EJA - Educação Jovens e Adultos
MNU/ES - Movimento Negro Unificado
Círculo Palmarino
CEN/ES 
NEAB/UFES
Núcleo Mulheres Negras ES
Secretaria Combate ao Racismo PT
Instituto Elimur Cléber Maciel
APN's - Agentes de Pastoral Negros do Brasil
Associação Grupo Cultural Modjumba-Axé
CONEN - Coordenação Nacional de Entidades Negras
CUT/ES - Central Única dos Trabalhadores



A Carne - Elza Soares (Videoclipe - Nova Versão)



Daniel Shadow - Alvo pt MV Bill (prod Dallass)




segunda-feira, 20 de novembro de 2017

17 youtubers negras, lindas e empoderadoras para acompanhar

Você sabe o que é colorismo? E palmitagem? Consegue formar argumentos sólidos sobre as cotas? Ou será que entende o que é apropriação cultural? Esses são assuntos que estão ligados ao feminismo negro. E, olha, dica de amiga: é muito importante ter familiaridade com o significado de todas essas questões. Para a ajudar, separamos 17 youtubers negras que são pura inspiração. Olha só!
1. Gabi OliveiraGabi é destruidora mesmo! Sério, nós amamos muito essa youtuber incrível! Ela é militante e fala sobre cotas, representatividade negra na mídia e racismo nas rede sociais. Além disso, ela balanceia temas sérios com assuntos mais leves, como dicas para cabelo crespo – sempre com um sorriso no rosto!
2. Nátaly NeriO canal Afros e Afins é comandado pela Nátaly, estudante de Ciências Sociais e uma daquelas amigas que tem muito a ensinar. Nos vídeos, ela promove discussões em prol da autoestima da mulher negra e explica questões sobre o feminismo negro. Tem de tudo um pouco: de tutoriais a reflexões dos estereótipos construídos pela mídia. Somos fãs!
3. Ana Paula XonganiA youtuber, que é estilista, faz reflexões sobre moda, empreendedorismo, estética e beleza negra em seu canal. E se você tem crianças na família, fique atenta: Ana faz vídeos com resenhas de livros em que há personagens negros como protagonistas.
4. Tati SacramentoA youtuber é 100% bem-estar! Em seu canal, ela dá dicas de receitas, faz bate-papos bacanas, conversa sobre autoestima, fala sobre truques de cuidar do black power e até mostra o seu lado fitness! Ou seja, de tudo um pouco. Vale a pena deixar na sua listinha de favoritos…
5. Aline CustódioSe você é fã de make e penteados, precisa seguir o canal Preta Aline Custódio. Ele é recheado de tutoriais de maquiagens multicoloridas, de cuidado e manutenção de tranças, apliques e alongamentos. Mara!
6. Jacy JulyQuando o assunto é cabelo crespo, Jacy provavelmente será citada! Em seu canal, a youtuber dá dicas de como manter os cuidados dos fios, como criar penteados e até fala sobre tinturas. Se você quer dar um up no visual, dê um play nos vídeos da youtuber.
7. Regianne AlvesEla é cabeleireira em Nova York há dois anos e decidiu expandir o trabalho para o YouTube! Em seu canal, a fofa ensina tutoriais de make e ensina a cuidar de cabelo crespo. Ainda, ela conta um pouco das curiosidades de como é a vida de uma mulher negra nos EUA.
8. Joyce Geravaes“Eu quero disseminar a negritude nesse país”. É assim que Joyce começa um de seus melhores vídeos no YouTube! A gata comenta questões sobre empoderamento negro. O papo com a youtuber é reto e as postagens são muuuito engraçadas, apesar de os temas sempre sérios.
9. Lorena MoniqueCriatividade e ironia podem descrever este canal. Mas não ache que, por isso, os assuntos tratados são levinhos, ok? A youtuber propõe discussões importantes dentro do ativismo negro, como feminicídio, apropriação cultural e privilégios dentro da sociedade. 
10. Sá Ollebar“Existe um apagamento enorme das mulheres negras nas principais mídias. E para nós que pensamos em construir um mundo mais representativo, até para que nossas crianças vejam um mundo com possibilidades, é importante que todo negro se posicione – cada qual com sua forma”, diz Sá ao apresentar seu canal. Nos vídeos, ela fala afroconveniência, palmitagem (quando há relacionamento amoroso entre negros e brancos) e solidão da mulher negra.
11. Xan RavelliPara quem curte resenhas de cosméticos e tutorias de beleza, o canal de Xan é o lugar certo! Ah, e não para por aí: além disso, a gata também propõe debates sérios. Entre os assuntos, estão: maternidade, relacionamento, sexo e feminismo negro.

12. Patrícia RammosOs vídeos desta musa – muito engraçada, por sinal – combinam discussões sobre cultura afro, resenhas de livros e filmes, além de dicas de estilo. Com bom e humor e sem papas na língua, ela ainda discute temas ainda mais complexos, incluindo relacionamento abusivo, genocídio da população negra e o conceito politicamente correto. 
13. Débora Luz
Quando o assunto é cabelo, Débora sabe do que está falando. No canal, ela dá dicas de hidratações caseiras, testa novos produtos, faz feat. com mulheres poderosas e, vez ou outra, ainda cria conteúdo de comportamento.
14. Barraco da Rosa
Rosa Luz é pura inspiração! Os vídeos da youtuber são bem cabeçudos e vão te fazer refletir sobre coisas que acontecem no seu dia a dia – mas que muitas vezes passam batidas por você. É assim que a youtuber classifica seu canal: “vivências periféricas enquanto mulher transexual, negra e afro-latina em movimento”.
15. Luciellen Assis
O vídeo abaixo é um dos nossos favoritos da youtuber, em que ela abre o coração e conta como foi seu processo de aceitação como mulher negra. Em seu canaç, Lu ainda fala sobre representatividade (ou, no caso, a falta dela) e inspirações para outras garotas negras.

16. Rayza Nicácio
Impossível não citar essa mulher maravilhosa na lista, né? A Rá é uma velha conhecida nossa e, cada dia que passa, se torna mais e mais inspiradora. Quando você pensa em youtuber de beleza, com certeza vem uma menina branca na cabeça. Ainda falta representatividade na plataforma? Sim. Mas Nicácio é um nome de peso e representa!
17. Ana Lídia
Ex-integrante da Galera CAPRICHO, a mineirinha ganhou o mundo e encantou a todos com seu jeito sonhador e delicado de viver. A youutuber dá principalmente dicas de beleza em seu canal, mas também fala de sua vivência como mulher negra e cristã.
FONTE:https://capricho.abril.com.br/vida-real/17-youtubers-negras-lindas-e-empoderadoras-para-acompanhar/

Execução Sumária - Gill Preto , Kairos , Nativo e Elly Pretoriginal Prod. Jone Bl



sexta-feira, 17 de novembro de 2017

AFRO Fest - Cultural






15NoPente - Upgrade




Pevirguladez - Direito de Rimar ft. Wantuir (Prod.Bruno Danton)




Cypher - Seleção Brasileira de Rima - "A bola da vez"




MCK Feat. Mano Brown & DJ Nel Assassin - Problemas (Videoclipe Oficial) (2017)




Omnira - Justiça de Xangô (ao vivo)




quinta-feira, 16 de novembro de 2017



7 mulheres do rap brasileiro que você precisa conhecer

O rap nacional, no meu ver e ouvir tem tido uma ótima safra de mcs, as mina tem se imposto cantando letras fortes, quebrando a barreira do machismo,racismo e todo tipo de opressão que as mulheres sofrem.
Esta lista não é para mostrar as melhores e sim para mostra como tem mulheres boas no rap, e para o publico do rap ouvir mais as mina.pois alem destas 7 faltou uma pa de mina nesta lista como Karol de souza,Cris SNJ,Yazalu,Odisseia das flores,Preta Rara,D'Origem e outras.


Amanda NegraSim

Amanda Cristina Silva dos Santos nasceu em Cotia, SP. Criada numa família que sempre valorizou a cultura negra, Amanda participava desde muito pequena da Congada de São Bendito, festa tradicional de Cotia, que foi trazida há 60 anos pelo seu tio, Benedito Pereira de Castro, o conhecido mestre Dito de Cotia. Que em toda festa do Divino de São Luiz do Paraitinga, interior de São Paulo, é conhecido tradicionalmente por junto do seu companheiro, o violão, cantar sambas tradicionais e composições próprias acompanhado pelo coro de moradores locais, membros de sua família e turistas.
A influência musical de Amanda permeia com tradições tipicamente brasileiras de cada região do País, como norte, nordeste e a cultura mineira, dado ao fato de ter uma família grande que migrou destas regiões. Isto refletiu positivamente em toda a sua percepção de música, literatura, poesia e costumes regionais. Criada com a possibilidade de ter liberdade de expressão, desde muito pequena, participa de eventos culturais e tocava percussão geral na Fanfarra Regente Feijó, onde absorveu formação musical que ia desde a músicas clássicas ao samba de raiz.
Samba aliás, que vem desde a experiência uterina, pois sua mãe, cabelereira afro, foi dançarina e presidente do GRESMAC – Grêmio Recreativo Escola de Samba Municipal de Cotia. A família de Amanda sempre afirmou sua cultura negra, participando das histórias dos Bailes de Função (como eram chamadas as baladas Black). Mas foi sua prima Vanessa Sant’Anna que a apresentou à cultura Hip Hop. A cantora então, passou a escrever matérias sobre o Hip Hop para o jornal local da cidade, o Notícias Regionais.
A vivência no cenário Hip Hop a levou a outros caminhos, resgatando assim, a musicalidade presente em sua vida. O trabalho como repórter lhe rendeu convite para participar do grupo de rap OFL – Os fora da Lei, como baking vocal. Após, Amanda decidiu formar o grupo Impacto Feminino, e de lá para cá, vem trabalhando em parceria com muitos artistas, entre eles Gaspar do Z’Afrika Brasil, Tio Fresh do SP Funk, Rapadura e Gilmar de Andrade.
Mesmo com a agenda lotada, Amanda ainda faz parte de coletivos como Frente Nacional de Mulheres no Hip Hop, Família Ilícito, Hip Hop Mulher, Hip Hop Municipal de São Paulo, Movimento Hip Hop Cotia e Projeto Voz Feminina. A artista também atua como coordenadora do projeto Inverso Feminino no Núcleo Zumaluma, e como arte educadora no Projeto Mais Educação. Com personalidade forte, de mulher que luta e conquista, Amanda ainda faz parte do movimento de moradia em São Paulo, o MSTC.
Sempre acreditando que a música pode “salvar almas”, a cantora luta para que as pessoas tenham uma melhor condição de vida, e possam garantir seus direitos básicos, como alimentação, moradia e estudo. Neste contexto, o Hip Hop casa com a ideia de luta que idealiza, por ser um movimento de valorização à cultura de rua. Amanda Negrasim realiza shows com a DJ Simmone Lasdenas, além de apresentações especiais com o grupo Z’Áfrika Brasil e parceria musical com Diruajo e Lua Rodrigues. A cantora também participa da banda ‘Divas do Hip Hop’ no formato D’J e M’C, do ‘Mulheres Negras’ em parceria com Yzalú. Atualmente desenvolve o projeto ‘Feminina Periferia, um Pedaço da África’ juntamente com o coletivo ‘Herdeiras de Aqualtune’, que desenvolve ações para afirmação e divulgação da cultura preta e periférica através do Hip-Hop. Também participa do espetáculo ‘Terreiro Urbano’ da Cia Treme Terra.
O bordão: Vai segurando!!!, marca registrada da família Z’africana dá a tônica da vibração e autenticidade que a artista traz em seu trabalho. A artista o utiliza como canto de guerra sempre que vai se apresentar ao público. Dona de vocal potente, aliado à versatilidade musical, A M’C Amanda Negrasim surpreende nos palcos, pondo em xeque a suposta fragilidade feminina. Por onde passa contagia os fãs trazendo força, atitude e muita espontaneidade à Cultura Hip-Hop e a música popular brasileira.

Pamelloza
Pamelloza, cantora e compositora paulistana influenciada pelo hip-hop, samba e outros ritmos urbanos de origem africana e indígena é nossa convidada neste programa.
"Em 1998 fui integrante de um grupo de rap chamado Aclive, formado por Bel Borges, Klaujah, Dane e Michele. Chegamos a gravar 4 faixas; os ensaios eram bem criativos e engraçados, e contávamos com o apoio de um grande amigo, MC, cantor e compositor Baboo. Ouve um tempo de pausa em minha vida, que fui viver e crescer para outras coisas. Mas existem coisas que não tem como fugir.
Em 2008 por força de um parceiro, o amigo Maurão, do Dub Killa, conheci o rapper e produtor musical Emerson Tripah e começamos a gravar no Estúdio Satori na Baixada Santista – SP. Esse início de trabalho com o Tripah abriu muitas portas. As coisas que escrevo, traduzo como um auto-retrato do que sinto, do que vivo, é como se eu estivesse falando pra mim mesma. Curto muito escrever sobre a força interior, natureza, tipo auto afirmação da fé, seja ela qual for.
O protesto é uma das coisas que acho que não dá pra abrir mão, porque de uma forma ou de outra ele conscientiza os ouvintes. Enfim, acho que todo compositor é meio lunático."

Issa Paz
Issa Paz, Larissa Pimentel Zamboni, nasceu em 92 e canta RAP desde os 12 anos. 
Iniciou sua carreira gravando singles de maneira independente e caseira, publicando seus sons na internet. Aos 14 anos, ingressou no grupo Rimologia, do qual fez parte até Abril de 2015. Conciliando estudo, projetos e música, é formada em Marketing e possui formação profissional em Design e Webdesign.
Hoje mora na Zona Leste de São Paulo e é educadora no projeto socio-cultural Cine Rima Vida, lecionando oficinas de literatura e poesia, além de coordenar o projeto junto ao coletivo 3L.
Lançou seu primeiro trabalho solo em 2013: o EP Essência. Composto por 6 tracks e 1 faixa bônus.
Com o Rimologia lançou no começo de 2015 o EP Todosomos. 
No momento trabalha no lançamento do seu novo trabalho solo, o álbum A Arte da Refutação.

Omnira
Omnira é uma expressão yorubá para liberdade.Nome que Paty Treze e Juliana Sete escolheram para estampar seus ideais e vivenciar no rap.Compositoras,poetas e mcs desde 1999 e 2002 estão na cena do hip hop demarcando o espaço da mulher no cenário.

STEFANIE MC
STEFANIE RAMOS, a MC com levada e métrica peculiar que se destaca não apenas por ser mulher negra no movimento Hip Hop, mas e principalmente pela sua qualidade musical. Nascida e criada em Santo André influenciada pela militância politica de consagrados grupos de rap dos anos 90, ela decide ousar e criar a sua versão da história em 1997. Participou de projetos de destaques como o grupo de rap “Simples” e o coletivo “Pau-de-dá-em-doido”. Abriu show de grandes nomes como Dela Soul, Talib Kweli, Pharmonck e Hieroglyfics. Gravou com referências do rap nacional como Max BO, Lurdes da Luz, Shirley Casa Verde, Carol (Realidade Cruel), Arnaldo Tifu e a MC espanhola Indie Style. Em 2012 foi convidada a reescrever “Rua Augusta” , música de grande sucesso do MC Emicida. Dividiu o palco com Mano Brown, Negra Li, Vanessa Jackson e Flora Matos no projeto "Brown Convida". STEFANIE ROBERTA não parou por ai,deu sua contribuição para os projetos: “Celebrai só minas”, “Divas hip hop” e “ AZ Mcs”. Seu último trabalho “Perto de mim” foi produzido por Silvera e Sorry Drummer com participação de Mc Rashid e Tati Bispo Sua arte, sem rótulos é referencia e transborda atitude. Atualmente trabalha finalização do seu primeiro álbum solo.
Dory de Oliveira
Release...1985 uma guerreira a mais nasceu que tem seu próprio estilo grava ae DD sou eu... alguns anos dedicados ao cenário do rap nacional, militante do rap feminino com suas letras ousadas, criativas e inteligentes ... O rap apareceu após ter visto um show do Rapper Xis em uma escola em seu bairro e logo pensou: "é isso que eu quero pra mim"!.. Conheceu o DJ Betinho que morava na Vila Brasilândia, e resolveram montar uma dupla DD e DJ Beto fizeram alguns shows e gravações juntos. E no decorrer desta trajetória entre um show e outro conheceu o grupo de rap DMN e logo foi convidada a fazer participações no cd do grupo, isso lhe rendeu bons shows e uma participação no vídeo clipe do grupo na música(talvez eu seja)... E nessa mesma época foi apresentada ao grupo de Rap Manifesto onde faziam parte o DJ Erick Jay (atualmente dj do programa manos e minas) e o Aliado Caffe, onde suas experiências musicais foram crescendo, fizeram juntos diversos shows dentro e fora de São Paulo...Recebeu uma proposta de gravar seu cd solo, pois gostariam de expandir bem mais as suas idéias e lançar um novo nome feminino no mercado do Rap. DD assim chamada popularmente vem marcando história, já foi MC do rapper XIS e do grupo DMN, Já se apresentou em vários lugares importantes como:teatro Elis Regina,SESC Pompéia,hip hop dj no clash,sesc Santo André,Studio SP,Céus, Parque Raposo Tavares,Casa de Hip Hop em Diadema, pátio de eventos de Itaquera,Virada Cultural,dança brasil,franco da rocha,Espaço Cultural São Matheus,fundação casa(antiga febem )Brasília, Minas Gerais, Porto Alegre,Santos, Americana, Campo Grande, escolas,igrejas,festas populares,no programa MANOS e MINAS da TV CULTURA,VEGAS,terraço,coco bongo,hip hop dj no MATILHA CULTURAL, participou do 3° encontro do hip hop mulher,hole clube,Fábria estudio,entre outros lugares...tem participações gravadas: DMN, Xis, Afro x, Verbo Verdade,irmandade negra,magoo do rap,causa polêmica,cb quartel general,familia justa causa,airon,z/n ap,Ricardo Qpam,entre outras...participou também do video clipe da rapper amanda negrasim na música:amor ao rap .e do documentário CIDADE IMPROVISADA,do curta - MULHER LÉSBICA E NEGRA,e Do clipe rap é o som do grupo Familia justa Causa... esta em estúdio gravando seu EP.
Sara Donato
Produto bruto do interior, Sara Donato apresenta seu primeiro trabalho físico intitulado “Made in roça”. O nome surgiu quando um produtor paulistano sugeriu que a MC abandonasse seu sotaque na hora de rimar, contrariada pela proposta, Sara escreveu a faixa que deu nome ao disco. O propósito da sua primeira obra é fortalecer o movimento hip-hop no interior paulista de dentro para fora, mostrando que a cultura não está restrita apenas aos grandes centros, e as pequenas cidades também possuem um alto padrão de qualidade quando o assunto é Rap. O disco vem com 12 faixas. Nas canções Sara Donato aborda assuntos relevantes como a violência contra a mulher e sua importância na sociedade e também o cotidiano do seu bairro, desigualdades, crenças e religiões. ''Feito na roça, por nois memo pra fortalecer a cena made in roça, melhor vaza se só for pra fica na bota'' ..
FONTE:
http://www.noticiario-periferico.com/2015/06/7-mulheres-do-rap-brasileiro-que-voce.html?m=1#.Wg3tM1WnHIW