quinta-feira, 14 de dezembro de 2017
Rap Plus Size - O Pano Rasga [Clipe Oficial]
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CRIADOR DO PORTAL RAP 24 HORAS TAMBÉM FEZ COMENTÁRIOS MACHISTAS E RACISTAS NA INTERNET: “NÃO CONFIO EM NEGROS”
FORAM ENCONTRADAS MENSAGENS ONDE ELE MOSTRA “COMO SE DEVE BATER EM UMA MULHER” E DIZENDO “SIM AO PRECONCEITO”
O Hip Hop só existe como tal por causa dos negros e da cultura afrodescendente, a música de uma maneira em geral foi e continua sendo uma maneira de resistir e se opor ao sistema racista de ontem, hoje e sempre, porém até mesmo no meio da música sendo artista ou mídia, existem pessoas preconceituosas e racistas.
Recentemente, vimos o caso dos rappers Raffa Moreira e Delatorvi contra o Youtuber Bruno Fabil, os artistas divulgaram uma série de prints de posts do Youtuber fazendo piadas racistas em sua conta no Twitter, e isso gerou um grande debate. O interessante é que nenhum portal de Rap deu atenção sobre o assunto e se quer fizeram uma nota, agindo como se isso fosse algo bastante normal, mas não é e nunca vai ser.
Com o questionamento de leitores sobre atitudes machistas de um dos maiores sites de rap no Brasil, Portal Rap 24 horas, fizemos uma pesquisa para entender melhor o que estava acontecendo, e depois de saber como funciona o sistema usado no site em questão decidimos denunciar o dono do portal, mas para entender melhor o contexto de tudo isso você terá que compreender toda a história que iremos contar abaixo.
Com mais de 350 mil seguidores no Facebook, o Portal Rap 24 Horas é um dos pioneiros no quesito no país e é um dos sites mais lembrados pelos fãs e rappers. Apenas no período entre Setembro a Novembro, o Rap 24 Horas teve mais de 1 Milhão e 300 Mil de acessos, contra menos de 500 Mil do site Rap Nacional Download por exemplo, uma média de pouco mais de 460 Mil por mês.
Na página “Sobre nós” no site em questão, podemos encontrar os nomes dos membros do site que são, John Lavorato, Caio Lavorato, Lucas Rodrigues e Matheus Soares.Sendo o Criador/editor Chefe, editores e Pesquisador de conteúdo respectivamente.
Apesar de sabermos de outras ocasiões quem era de fato o criador do Rap 24 Horas, fomos atrás de John Lavorato e constatamos que ele não existe, por isso nossas buscas sobre quem era o verdadeiro dono do site foram voltadas para um conhecido de uma comunidade que nós membros do Rap + participávamos, Bruno Guerra.
Fazendo uma pesquisa no Whois (Site que mostra quem são os donos dos domínios da internet) encontramos Bruno de Oliveira Guerra, mesma pessoa que conhecíamos e divulgava o site nas redes sociais. Fomos atrás do perfil dele e percebemos que nossas contas tinham sido bloqueadas por ele no Facebook. Isso foi ocasionado depois que questionamos em sua página sobre diversas matérias que fizemos com exclusividade e que foram replicadas por eles sem os devidos créditos, como você pode ver aqui.
O portal nunca nos respondeu ou tentou resolver o problema de maneira pacifica, como nos dando os devidos créditos por exemplo, e sim nos ameaçou e continuou copiando nossas matérias, noticias, fotos e videos de maneira descarada. Por isso, continuamos tentando descobrir mais sobre Bruno para tentar conversar com o mesmo e resolver nossas diferenças. Mas acabamos nos deparando com algo muito pior do que copiar conteúdo.
Até então já suspeitávamos que John Lavoratto, um suposto “Jornalista” de 27 anos nunca existiu, e na verdade o jovem Bruno Guerra de São Paulo é quem estava por trás do Portal em tempo integral fazendo as postagens junto com outros colaboradores. Pelos textos publicados já percebíamos que a pessoa por trás do Portal não tinha o mínimo de entendimento sobre a ética jornalistica, que segue um conjunto de normas e procedimentos éticos que regem a atividade do jornalismo. Bruno Guerra não deve nem se quer imaginar o que é isso pelas diversas atitudes que vem apresentando também contra o Rap+.
MACHISMO E RACISMO DO FUNDADOR DO RAP 24 HORAS
Há alguns meses, saiu a notícia do vazamento do boletim de ocorrência da ex-namorada do rapper XXXTENTACION, no boletim ela relatou com diversos detalhes horríveis sobre o que passou quando estava com o rapper, e o Rap 24 Horas publicou a matéria “defendendo” o rapper, o que ocasionou uma chuva de críticas nos comentários, até que posteriormente eles tiveram que alterar a matéria.
Essa não foi a primeira e nem a única vez que o portal defende artistas, se você acompanha a página já deve ter visto isso, porém muitos fãs da página (não de rap) simplesmente ignoram todas essas atitudes e quem não ignora é silenciado pela página.
Dando uma pesquisada no Twitter de Bruno Guerra, o dono do Portal Rap 24 Horas, encontramos algumas mensagens antigas onde ele mostra atitudes racistas e machistas, onde podemos ver entre outras coisas ele dizendo que “não confia em negros”, além de postar um vídeo do rapper Lil Reese brigando com uma mulher com a legenda “Como bater em uma mulher”.
Aguardamos uma resposta de Bruno Guerra sobre seus comentários e esperamos que admita seus erros e que no mínimo se desculpe a todos, não existe espaço principalmente na comunidade do Hip Hop para pessoas desse tipo. Vale ressaltar que todas as provas colhidas que temos e as que colocamos aqui foram enviadas para oMinistério Público do Rio de Janeiro.
Todas as mensagens você pode pesquisar e ver com seus próprios olhos no Twitter de Bruno Guerra clicando aqui (Antes que ele apague) ou pelos prints abaixo clicando na imagem.
Confira e tire suas próprias conclusões sobre tudo isso.
Atualização: Após a publicação da matéria Bruno Guerra excluiu seu Twitter.
FONTE:https://rapmais.co
m/blog/2017/12/13/portal-rap-24-horas-e-comentarios-racistas/
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quarta-feira, 13 de dezembro de 2017
Fotógrafa especialista em conflitos é presa por desembargador durante julgamento do recurso de Rafael Braga
Na tarde de hoje, durante o julgamento do recurso impetrado pela defesa de Rafael Braga sobre a sua condenação de 11 anos e 3 meses por tráfico e associação, na 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, o desembargador Luiz Zveiter mandou prender a fotógrafa Katja Schilirò que acompanhava a sessão de julgamento.
O caso de Rafael é mais um que segue o modelo habitual do TJRJ de mecanização do encarceramento do povo pobre, do negro e do morador da favela. O fato ocorreu momentos após Zveiter negar o recurso e seguir com a condenação do reú. O ato do Juiz foi considerado pela platéia presente no julgamento como retrógrado e reacionário, já que Rafael Braga sofre com uma condenação explicitamente injusta.
De acordo com informações que recebemos de pessoas que estavam no tribunal, a indignação do povo foi imediata diante de mais uma decisão arbitrária contra uma vida negra da favela. Enquanto gritos de fascista e racista direcionados à Zveiter ecoavam no tribunal, de forma aleatória e arbitrária ele decidiu dar voz de prisão à fotógrafa especialista em conflitos Katja Schilirò, integrante do Coletivo Mariachi e colaboradora da Mídia Independente Coletiva. Ela foi levada algemada para a 5ª DP, na Lapa e posteriormente liberada após assinar um termo circunstancial.
Postagem e alterações no texto sob a responsabilidade do conselho gestor da Mídia Independente Coletiva.
Texto e foto: Kauê Pallone/Fotoguerrilha.
FONTE:http://midiacoletiva.org/fotografa-especialista-em-conflitos-e-presa-por-desembargador-durante-julgamento-do-recurso-de-rafael-braga/
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A286 - A Comédia dos Erros (com letra)
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A cor da morte: jovens negros são os que mais morrem no ES No Espírito Santo, homicídios de jovens negros acontecem 5,5 vezes mais do que os de brancos. Diferença é a 6ª maior do país, segundo Unesco
Dez perfurações deixaram no corpo de Gustavo da Fonseca Santos as marcas da crueldade. Aos 18 anos, o jovem negro, que trabalhava como cuidador de um doente, foi morto a tiros no último domingo por criminosos que o alvejaram enquanto ele andava por uma das ruas do bairro Colina, em Cariacica. Revoltada, a mãe Ana Cristina Souza da Fonseca, 45, garante que o filho foi vítima de emboscada. “Ele conheceu uma menina pelo Facebook e marcou de se encontrar com ela. Quando chegou, o namorado dela o matou”. lamenta.
A recente morte de Gustavo, bem como o rastro de dor deixado em sua família, é o reflexo mais duro de uma realidade que se revela em números. De acordo com os dados do Índice de Vulnerabilidade Juvenil à Violência 2017, enquanto a taxa de homicídios de jovens brancos no Espírito Santo em 2015 era de 25,46 a cada 100 mil habitantes, a de jovens negros era de 139,48.
139,48 jovens negros
Taxa de assassinato no Estado a cada 100 mil habitanteS
Em outras palavras, a população negra do Estado entre os 15 e 29 anos tem 5,5 vezes mais chances de morrer vítima da violência na comparação com jovens brancos. A taxa supera a média do Brasil, em que jovens negros têm 2,7 chances a mais de serem mortos.
Os dados avaliados pelo Fórum Nacional de Segurança Pública e divulgados pela Unesco colocam o Espírito Santo na sexta posição do ranking de Estados em que a diferença da cor da pele tem maior influência sobre o número de homicídios nessa faixa etária.
Para o coordenador do Fórum da Juventude Negra do Espírito Santo (Fejunes), Lula Rocha, apesar de alarmante, a situação revelada pelo estudo não é uma surpresa e já vem sendo motivo de denúncias nos últimos dez anos. “O racismo determina que nossas vidas tenham um peso diferente. Se morressem mais jovens brancos do que negros, a comoção da sociedade e dos governos seria maior”, critica.
Rocha argumenta que o preconceito racial serve de base para a desigualdade, que se acaba se refletindo nos índices de violência. Do mesmo modo, a coordenadora do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros (Neab) da Ufes, Patrícia Rufino, diz:
“A vulnerabilidade não começa no estigma social e sim no racial - onde se verifica a exclusão da população negra no acesso e qualidade de bens que garantam uma melhor perspectiva social. A perspectiva de vida da maior parte da população negra, gira em torno do trabalho, e nem sempre este trabalho consegue seguir o curso da qualificação. Não apenas pela negritude, mas pela condição social imposta à essa maioria marginalizada”.
ENFRENTAMENTO
Doutor em Educação e pesquisador no campo dos estudos etnico-raciais, o professor Gustavo Forde acrescenta que a melhoria dos índices está diretamente ligada ao enfrentamento do racismo. Segundo ele, investir em políticas públicas que garantam o acesso e permanência de negros na educação, bem como o acesso à saúde, ao lazer e ao mercado de trabalho é fundamental para que a página de desigualdades seja virada.
25,46 a cada 100 mil
É a taxa de assassinatos de jovens brancos no Espírito Santo.
“Historicamente, essas disparidades são mantidas quando o Estado é ausente. Nas áreas onde vivem a maioria dos negros, chamadas de periferias, as políticas públicas não chegam porque o racismo opera institucionalmente. Faltam direitos básicos, como coleta de lixo, iluminação, pavimentação ou praças e parques”.
Por outro lado, o secretário estadual de Direitos Humanos, Julio Pompeu, observa que, comparados a anos anteriores, os índices no Espírito Santo têm apresentado melhora. “Dos critérios que criam o indicador, o pior é o da morte violenta dos jovens negros. E, ainda que seja uma mudança pequena, está melhorando”.
POLÍTICAS PÚBLICAS
Pompeu destaca que os indicadores são um termômetro para mostrar o resultado de políticas públicas ou a falta delas. E, por essa razão, ele acredita que nas pesquisas seguintes o Espírito Santo vai apresentar um cenário de redução da vulnerabilidade, visto que o programa Ocupação Social terá mais tempo de implantação. “Em 2015, quando foi feita a pesquisa, estava apenas começando. Esperamos que o resultado de 2016 comece a refletir de maneira mais intensa o trabalho que estamos realizando”.
O programa concentra, segundo Pompeu, uma série de ações com foco nos jovens da periferia e em especial das regiões com maior número de mortes violentas. As iniciativas têm três eixos como prioridade: reduzir a evasão escolar, gerar emprego e renda, e desenvolver habilidades socioemocionais.
Atualmente, o Ocupação Social está em 26 regiões de nove municípios: Pinheiros, São Mateus, Colatina, Linhares, Vitória, Vila Velha, Serra, Cariacica e Cachoeiro de Itapemirim. A região mais recente a ser incorporada ao programa foi a do Bairro da Penha, na Capital.
Para 2018, o secretário disse que o principal objetivo é tornar o programa uma lei e, assim, deixe de ser uma política de um governo para ser de Estado, possibilitando sua continuidade em outras gestões.
FONTE:https://www.gazetaonline.com.br/noticias/cidades/2017/12/a-cor-da-morte-jovens-negros-sao-os-que-mais-morrem-no-es-1014110776.html
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terça-feira, 12 de dezembro de 2017
A's Trinca lança o disco "Identidade – Lado A", seu mais novo trabalho nesta sexta-feira (15).
O disco é resultado parceria com o selo independente Agaéle Music, que também administra a nova fase da carreira do grupo DMN.
A's Trinca, nesta sexta-feira dia 15 de dezembro lança o seu mais novo CD, intitulado "Identidade – Lado A". Neste trabalho o grupo apresenta seu repertório autoral, contundente, com rimas e melodias marcantes somados a toda sua militância do Hip Hop. O álbum faz parte do projeto duplo também intitulado "Identidade", que tem previsão do lançamento do CD "Lado B", no primeiro trimestre de 2018.

Confira a track list do CD
- Se Identifica
- Cantei
- Pegadas
- Falsos profetas
- 3x4 ft. Apocalipse Urbano
- Falsidade é Mato ft. Nocivo Shomon
- Mais Perto
- Padrões da Farsa
Gênero Musical: Rap / Hip Hop
Produzido por Indião BL, com exceção da faixa 3X4 produzida por DJ MaxnosBeatz.
"Padrões da Farsa"
Para o lançamento do disco, o grupo preparou um clipe, no qual divulga a nova música "Padrões da Farsa". Com direção geral de Filippe Nascimento (Agaéle Music) e Codireção de Zinho (Lado Sujo da Frequência), foi gravado Centro de São Paulo em Dezembro/2017 e tem participação de mulheres de representatividade em São Paulo, como Amanda Negrasim, Kamilah Pimentel, Débora GGF, DJ Sophia e entre outras.
Com muita garra e representatividade as mulheres de nosso Brasil vêm diariamente quebrando tabus, ocupando seus espaços e sendo voz através de muita luta e 2016 e 2017 ficarão marcados na história como os anos em que as mulheres deixaram de ser coadjuvantes em músicas e personagens de letras e passaram a ter voz.
A's Trinca
Diretamente do bairro de Cidade Tiradentes, Zona Leste de São Paulo, A's Trinca, iniciou sua trajetória no ano de 2012, com suas letras expressivas, mostrando suas ideologias e a valorização da mulhercarregando muita história e experiência desde os anos 2000.
Formado por Nay Lopes, Kel Fidelis, Nina e DJ X-Jay, "três minas no vocal e um DJ no vinil"; como diz o trecho da música "Se Identifica", de autoria do grupo, lançado em Março de 2015 através de uma versão exclusiva para o canal RAPBOX.
Em 2016, o grupo foi premiado no "Prêmio Sabotage" na categoria MC (prêmio criado pela Câmara Municipal de São Paulo) e no "Prêmio LiberdaDExpressão" (realizado na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo). Participou ainda de programas de televisão como o X-Factor Brasil (Band e TNT) e o Corre e Costura (SBT e Fox Life).
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Número de negros mortos por policiais é o triplo do de brancos No ano passado, policiais mataram 963 pessoas brancas e mais de 3.000 negras
São Paulo – A polícia matou o triplo de negros do que de brancos entre 2015 e 2016, de acordo com levantamento do Anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, divulgado no começo de novembro. Os dados são uma compilação de todos os casos registrados em boletins de ocorrência nos dois últimos anos.
Foram 963 mortes de brancos contra 3.240 mortes de negros, por policiais de folga ou em serviço no ano passado. Outras 1.642 mortes foram registradas como “não identificado” e mais 51 como “outros”, totalizando 5.896 mortes causadas pela polícia.
A esmagadora maioria das pessoas mortas pela polícia é composta por homens: são 5.769, contra 42 mulheres e 85 casos não identificados. Grande parte também é jovem: 35,5% têm entre 18 e 29 anos. Mas na maior parte dos casos o dado não foi levantado (45,6%).
Além disso, 532 menores de idade, de 12 a 17 anos, foram mortos por policiais, o que representa 9% do total.
Mortes de policiais
Por outro lado, o levantamento registrou a morte de 573 policiais, em serviço ou não, em 2015 e 2016 – cerca de um décimo, portanto, das mortes causadas por policiais.
A maioria deles também era negra (223, contra 171 brancos e 179 não identificados), mas a média de idade era maior, entre 30 e 49 anos.
Quase todos os policiais mortos eram homens: foram registradas 10 mortes de mulheres e 18 ficaram sem identificação.
2016
O Fórum de Segurança Pública também divulgou o recorte por estados das mortes causadas por policiais em 2015 e em 2016.
O estado em que a polícia mais mata é o Rio de Janeiro, como se vê na tabela abaixo. Também foi o local onde o número de mortos pela polícia mais cresceu no país.
Em seguida, aparecem São Paulo, Bahia, Pará e Paraná. Na Bahia o número de mortos pela polícia também cresceu significativamente, mas o Fórum de Segurança ressalta que os dados do estado são os menos confiáveis de todo o levantamento, porque a Secretaria de Segurança Pública do estado não respondeu ao questionário.
| Estado | 2015 | 2016 | Diferença |
|---|---|---|---|
| Rio de Janeiro | 645 | 925 | 280 |
| São Paulo | 832 | 856 | 24 |
| Bahia | 354 | 457 | 103 |
| Pará | 193 | 282 | 89 |
| Paraná | 246 | 267 | 21 |
| Goiás | 141 | 209 | 68 |
| Rio Grande do Sul | 111 | 168 | 57 |
| Maranhão | 89 | 127 | 38 |
| Minas Gerais | 108 | 112 | 4 |
| Ceará | 86 | 109 | 23 |
| Alagoas | 96 | 108 | 12 |
| Sergipe | 43 | 94 | 51 |
| Pernambuco | 44 | 75 | 31 |
| Rio Grande do Norte | 76 | 65 | -11 |
| Santa Catarina | 63 | 62 | -1 |
| Amapá | 20 | 59 | 39 |
| Espírito Santo | 25 | 50 | 25 |
| Amazonas | 33 | 37 | 4 |
| Piauí | 18 | 27 | 9 |
| Mato Grosso do Sul | 40 | 26 | -14 |
| Acre | 10 | 25 | 15 |
| Paraíba | 15 | 22 | 7 |
| Rondônia | 9 | 18 | 9 |
| Mato Grosso | 8 | 15 | 7 |
| Tocantins | 10 | 15 | 5 |
| Distrito Federal | 10 | 7 | -3 |
| Roraima | 5 | 5 | 0 |
| Total | 3330 | 4222 | 892 |
Os pesquisadores usam duas metodologias diferentes: para os dados estaduais, são utilizadas informações fornecidas pelas secretarias; para os recortes por sexo, raça e idade, são avaliados boletins de ocorrência.
FONTE:https://exame.abril.com.br/brasil/numero-de-negros-mortos-por-policiais-e-o-triplo-do-de-brancos/?utm_source=whatsapp
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