segunda-feira, 4 de dezembro de 2017
Mike Sorouz & Don Killerito- Karma Ft Ana Jorge
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Margareth Menezes comemora 30 anos de carreira com show na Concha
Cantora se apresenta em janeiro, com um show especial
A cantora Margareth Menezes vai comemorar 30 anos de carreira com um show especial. A baiana se apresenta no dia 20 de janeiro, na Concha Acústica do TCA, a partir das 19h.
O show, que tem o patrocínio da Vivo, através do Fazcultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, vai contar com vários convidados e uma exposição com vídeos e fotos sobre a sua carreira.
Serviço
Margareth Menezes – 30 anos
Data: 20 de janeiro
Local: Concha Acústica do TCA
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Shopping no interior de SP tem Papai Noel negro
Um shopping em São José dos Campos, no interior paulista, quis romper com o estereótipo do velhinho gordinho, branco e de barba comprida para o Natal deste ano.
O Vale Sul Shopping contrata todos os anos três idosos para o posto de Papai Noel e, neste ano, um deles é o aposentado Rubens Campolina, de 69 anos, que é negro. Ele começou a atender as crianças na última segunda-feira.
“Ele é lindo, tem um carisma que nunca vi igual e tem tudo que um Papai Noel precisa. É simpático, tem uma risada divertida, é alegre e gosta de crianças”, contou ao G1 a coordenadora de marketing Luana Feichas.
Inicialmente, Rubens ficou receoso, mas aceitou a ideia e começou a se preparar em março.
“Achei que poderia ser bacana, uma novidade, e que até as crianças negras poderiam ter uma referência”, explicou.
Segundo o G1, a preparação dele contou com provas de figurino e por consultas com psicólogas para aprender a lidar com o preconceito e com as crianças.
“Sei que vou encontrar alegrias e obstáculos. Tenho que estar preparado. O Brasil é um país que ainda tem muito preconceito. Quero curtir o meu momento porque me sinto feliz de ser escolhido”, disse.
FONTE:https://www.geledes.org.br/shopping-no-interior-de-sp-tem-papai-noel-negro/
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domingo, 3 de dezembro de 2017
30 coisas sobre a vida de Elza Soares que talvez você não saiba
1. Elza Gomes da Conceição nasceu na favela carioca de Moça Bonita, em 23 de junho de 1937.
2. O sobrenome Soares surgiu quando Elza, que tinha apenas 12 anos, foi obrigada pelo pai a se casar com Lourdes Antônio Soares.
3. Com 13 anos, ela já estava grávida do seu primeiro filho.
4. Ao todo, Elza teve sete filhos.
5. Aos 21 anos, Elza já havia velado o primeiro marido e dois de seus filhos que morreram de fome.
6. Em entrevista, ela contou que às vezes tinha que "espantar os urubus pra pegar o resto de comida que estava no lixo".
7. Elza ainda viveu uma história digna de novela quando a sua filha Dilma foi sequestrada por um casal de sua confiança. Mãe e filha só se reencontraram anos depois, quando Dilma já era adulta.
8. Mas, com a dor, veio também um jeito único de cantar. Elza contou em vídeo que chocou a plateia do programa de Ary Barroso na Rádio Tupi com sua voz rouca e ganhou primeiro lugar no concurso de calouros.
9. Este também foi o dia em que ela andou de táxi pela primeira vez.
10. O primeiro sucesso como cantora profissional veio com a gravação de "Se Acaso Você Chegasse" em 1960.
11. Na Copa do Chile de 1962, Elza foi convidada por um empresário uruguaio para "batizar" e cantar para a seleção brasileira de futebol.
12. Foi lá que ela conheceu o cantor americano Louis Armstrong, que se encantou e tentou levá-la para os Estados Unidos.
Elza e Louis Armstrong.
13. Só que, na mesma viagem, Elza se apaixonou pelo jogador Mané Garrincha.
14. O romance de Elza e Garrincha virou alvo da imprensa, que acusava Elza de ter acabado com o casamento do jogador.
15. Em 1963, ela gravou a canção "Eu Sou A Outra", para a fúria da sociedade conservadora da época.
16. Em entrevista, Elza contou que a casa em que morava com Garrincha no Rio de Janeiro foi metralhada durante a Ditadura Militar e isso fez com que eles fugissem para a Itália.
17. Lá eles ficaram amigos do casal Chico Buarque e Marieta Severo.
Elza Soares e Garrincha, em 1966.
18. De volta ao Brasil, a relação do casal foi marcada pelo alcoolismo de Garrincha e pela violência doméstica.
19. Em 1969, o carro de Garrincha, que estava alcoolizado, sofreu um grave acidente na Rodovia Presidente Dutra. Dona Josefa, mãe de Elza, foi arremessada para fora e morreu na hora.
20. O casamento de Elza e Garrincha acabou após 16 anos, em 1982. O jogador faleceu no ano seguinte, de cirrose.
21. Em São Paulo, Elza passou a viver no ostracismo, se apresentando em circos esporadicamente. Depressiva, ela decidiu abandonar sua carreira.
22. Em entrevista à Globo, ela contou que foi Caetano Veloso quem a colocou de volta ao show business. Ela e Caetano gravaram um dueto da música "Língua", sucesso de 1984.
Elza Soares e Caetano Veloso.
23. Pouco tempo depois, em 1986, outra tragédia. Garrinchinha, o único filho que Elza teve com o jogador, faleceu num acidente de carro. Ele tinha apenas 9 anos.
24. Mas a carreira de Elza nunca mais voltou atrás. Em 1999, ela foi eleita pela Rádio BBC de Londres a cantora brasileira do milênio. A escolha teve origem num projeto criado para comemorar a chegada do ano 2000.
25. Em 2003, seu trabalho "Do Cóccix ao Pescoço" foi indicado ao Grammy Latino e Elza passou a ser ouvida por uma nova geração de admiradores da MPB.
24. A cantora emocionou o país ao cantar o Hino Nacional Brasileiro à capela na Cerimônia de Abertura dos Jogos Panamericanos Rio 2007.
25. Com o tempo, Elza desenvolveu problemas para se locomover por conta de uma queda do palco e uma cirurgia em 2014.
26. Somente em 2015, após 50 anos de carreira, Elza Soares lançou seu primeiro trabalho composto apenas de canções originais, chamado "A Mulher do Fim Do Mundo".
27. Este se tornou o trabalho mais premiado da cantora, que recebeu o Troféu APCA da Associação Paulista de Críticos de Arte, o Prêmio da Música Brasileira e o Grammy Latino de Melhor Álbum de MPB.
28. Ao todo, Elza Soares tem sua voz registrada em 120 discos, entre autorias e participações.
29. Ela se tornou símbolo da resistência negra no Brasil e uma apoiadora da causa LGBTQ.
30. Em 2017, Elza Soares comemorou 80 anos de uma vida fascinante.
FONTE:https://www.buzzfeed.com/victornascimento/coisas-incriveis-sobre-elza-soares?utm_term=.vjx6ALrKx#.le9nvMdEN
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sábado, 2 de dezembro de 2017
DEXTER - SOU FUNÇÃO
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RZO - Uma Multidão Rumo à Solidão ft. Sombra
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Celso Athayde é o empreendedor do ano 2017 em impacto social
À frente de um conglomerado que reúne 21 empresas, Celso Athayde está desenvolvendo a economia das regiões mais carentes do País por meio do empreendedorismo e da organização social
“Quero fazer com que o dinheiro gerado na periferia fique na periferia” (Crédito: Claudio Gatti)
Em meados de novembro, um grupo de artistas formados pelos músicos MV Bill, Nega Gizza, Dudu Nobre e pelo ex-BBB Ronan Oliveira se reuniu na Favela da Rocinha, zona Sul do Rio de janeiro, para distribuir panfletos de uma agência de viagens. Os famosos chamavam atenção do público local. Eles estavam divulgando a abertura de uma loja da Favela Vai Voando (FVV), rede de agências de turismo especializada no mercado da periferia. Fundada em 2013, a empresa inaugurava sua 178ª unidade, o que representa uma média de quase 45 lojas abertas por ano. A título de comparação, a CVC, maior rede de turismo do País, com mais de 1 mil pontos de venda exclusivos, abriu, em média, 60 lojas por ano, no mesmo período. “É muito importante que tenha uma agência de viagens que olhe para o público da favela”, afirmou Bill. “A FVV está fazendo isso da melhor forma, tornando mais fácil para essas pessoas conhecerem novos lugares.”
Há um claro benefício social no negócio, como aponta o rapper Bill. A FVV favorece o morador das favelas ao propiciar acesso a um serviço, antes restrito às classes mais altas, e também ao permitir a compra parcelada, em até 12 vezes no carnê, sem consulta ao SPC ou Serasa e sem a necessidade de comprovação de renda – algo impensável em grandes agências de viagem, como a CVC, por exemplo. Mas a velocidade com que a rede avança mostra que, além do seu aspecto social, a FVV representa uma grande oportunidade de negócio. O ensejo de explorar esse nicho periférico do mercado sempre esteve fora do radar das grandes corporações, mais atentas aos públicos A e B. Essa chance não passou despercebida pelo olhar atento de um empreendedor diferenciado, cujo histórico desafia todas as lógicas socioeconômicas brasileiras. Seu nome: Celso Athayde. Por sua trajetória e atuais realizações, Athayde recebe da DINHEIRO o prêmio de EMPREENDEDOR DO ANO EM IMPACTO SOCIAL.
Nascido e criado em favelas do Rio de Janeiro e ex-morador de rua, o empreendedor contraria qualquer prognóstico baseado em condição social. Há duas décadas, ele criou, juntamente com MV Bill, a Central Única das Favelas (Cufa), organização social presente em mais de 400 cidades e que reúne, atualmente, 1,5 milhão de colaboradores. Desse projeto, cujo objetivo era organizar e dar poder às camadas mais pobres da população, surgiu um braço corporativo, estabelecido para explorar um mercado que movimenta R$ 1,6 trilhão por ano no País, formado pelo universo das periferias das grandes cidades. Trata-se da Favela Holding, um conglomerado empresarial que concentra 21 companhias, de diversos setores, entre elas a FVV.
A atuação de Athayde é voltada a um só objetivo: inverter a lógica perversa de desenvolvimento no Brasil, que transforma pobreza em condição irrevogável e riqueza, em privilégio eterno. É por isso que o pobre não tem acesso a serviços básicos, como saúde e segurança, que deveriam ser providos pelo Estado. Esse é o motivo, também, da invisibilidade da periferia, que movimenta trilhões de reais por ano, aos olhos empresariais. “Não tenho medo de errar”, diz Athayde. “O que eu quero é levar o jovem da favela a tentar, a buscar o seu reconhecimento. Ao mesmo tempo, fazer com que o dinheiro gerado na periferia fique na periferia.”
Essa visão corajosa e empreendedora tem sido bem sucedida. Além da rede de agências, a FHolding reúne uma operadora de cartões de crédito e débito, uma agência de publicidade, uma produtora musical, um instituto de pesquisa e uma Sociedade de Propósito Específico (SPE), a Favela Shopping, que desenvolve complexos comerciais e revitaliza lojas nas regiões de atuação da holding. Mas seu maior empreendimento é a Favela Distribuições, empresa responsável por distribuir, nas maiores favelas do País, produtos de gigantes empresariais, como P&G, Natura e TIM. Para isso, ela emprega egressos do sistema prisional, que compõem sua principal força de vendas, recrutados por meio do programa Recomeço, mantido pela Cufa.
Neste ano, Athayde deu um passo importante na sua estratégia. Ele criou um partido político, o Frente Favela Brasil, que está em fase final de registro no Tribunal Superior Eleitoral. O empresário diz que não tem intenção nenhuma de se candidatar. Isso não significa que ele não queira influenciar no processo eleitoral, ajudando o povo da periferia a conquistar, também, um espaço na representação política. Afinal, como ele mesmo diz, é difícil saber se é possível unir as periferias em torno de um único objetivo. “Mas ninguém poderá dizer que faltou opção”, afirma Athayde. “O que eu quero é estar na mesa de negociação.” Isso, ele já conseguiu. A favela nunca mais será ignorada.
FONTE:https://www.istoedinheiro.com.br/celso-athayde-e-o-empreendedor-do-ano-2017-em-impacto-social/
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sexta-feira, 1 de dezembro de 2017
Apresentação do grupo teatral Oriente-Se, na FAESA Campus de Cariacica-ES. 30/11/2017.
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Apresentação-Ensaio do grupo Oriente-Se, na praça do bairro Oriente, Cariacica-ES. 23/11/2017
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Apresentação do grupo Oriente-Se, na EEEF Nossa Senhora Aparecida no bairro Oriente, Cariacica-ES. 23/11/2017
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NÓS PRETOS SEMPRE FOMOS, SOMOS E SEREMOS ALVOS DA INTOLERÂNCIA, DESCONFIANÇA, JUSTIÇAMENTOS, JULGAMENTOS POR SOMENTE SERMOS PRETOS.
"Um jovem negro foi acusado de abuso sexual de uma menina de 9 anos. Ele foi preso, violentado e humilhado. Depois comprovou-se que não houve caso de violência, quando fizeram exames na suposta vitima. Por fim, a menina afirmou que não se tratava de uma violência. Na verdade, ela tinha medo dele por ser negro e feio. Diante desse processo de humilhação e exposição, o jovem negro cometeu o suicido. Gostaria de expor essa situação para falarmos sobre a criminalização da população negra. Observamos que na nossa sociedade ainda existe o maldito legado das teorias bioantropológicas do século XIX, que construíram uma estigmatização do negro como delinquente. Obs: Isso aconteceu em Irará, BA. O jovem negro dessa história é Vladimir, o irmão do padre Luciano Santos. 'Numa sociedade racista, não basta não ser racista. É preciso ser antirracista." Vamos compartilhar essa foto para esse caso não ser esquecido. #somostodoscajuí"
FONTE:https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10208971297594718&set=p.10208971297594718&type=3&fref=mentions
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CONVITE: Aula aberta sobre Práticas Pedagógicas Afro-Ancestrais - Capoeira Angola - com instrutor Arnaldo-"Herança Negra".
CONVITE: Aula aberta sobre Práticas Pedagógicas Afro-Ancestrais - Capoeira Angola - com instrutor Arnaldo-"Herança Negra". Será na segunda, 4/12, às 18h30, no gramado entre o IC-2 e IC-3, da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Se chover? Com o axé de Oxum, tudo acontecerá no corpo-a-corpo na passarela/corredor ali perto mesmo e no coberto. Venha com roupa adequada para participar. Ministro a disciplina Pesquisa e Prática Pedagógica. Acredito em Práticas Pedagógicas e, nesse sentido, apresentarei práticas afro-ancestrais como forma de tentar compartilhar formas pedagógicas afrocentradas, que contam com ensinamentos que atravessam o tempo e partem do corpo. Leitura base será a tese de nossa querida Janja (Profª Drª Rosangela Costa Araújo) chamada Iê, viva meu mestre, camará: a Capoeira Angola da 'escola pastiniana' como práxis educativa". Bora, não vai perder, vai?
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KMILA CDD - GUERRA
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Sintonia Mental - Mec Money (Prod. BRGP) | Clipe Oficial
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E AS DAY MCCARTHY BONJESUENSES?
Bom
Jesus do Itabapoana-RJ no Noroeste-Fluminense e Bom Jesus do Norte-ES na região
sul capixaba, são cidades com formações estruturais e culturais baseadas na
ideologia racista e segregacionista que se acompanhou o desenvolvimento do
racismo estrutural brasileiro.
Nessas
publicações, Será que realmente não existe racismo, preconceito e discriminaçãoem Bom Jesus do Itabapoana-RJ?, Funk carioca em Bom Jesus parte 2: cultura derua, cultura marginal, Santa Teresinha: Descoberta de um conflito racial, deidentidade e cultural, nas quais vocês podem conferir nos respectivos nome dos
títulos marcados em destaques, vocês poderão conferir em algumas referências
bibliográficas tiradas do livro de Ana Maria Teixeira (História de Bom Jesus do
Itabapoana-RJ 3ª edição ampliada), como é nítida os resquícios de segregação,
racismo e discriminação, numa interpretação e leitura minuciosa na história bonjesuense,
nos termos citados na referida obra que serviu de referência para a construção
dos textos.
Casa
Grande & Senzala de Gilberto Freyre, também é um dos alicerces de
construção da sociedade bonjesuense concernente ao tratamento dado ao negro
desde o alicerce dessa sociedade. Casa Grande & Senzala é a bíblia desses
grupos tradicionais e conservadores bonjesuenses, onde seus homens e mulheres
se fartam de utilizarem os termos que classificam pejorativamente os negros,
nesse livro. Grupos que reivindicam o saudosismo deixam claro suas posturas
conservadoras e tradicionalistas que sabemos bem são a base edificante de todo
um projeto de segregação racial e discriminação, pois trazem viés fortes de um
programa hegemônico de eugenia social.
E as
madames brancas desse grupo social conservador e tradicionalista, não ficam
para trás nesse quesito. Muitas dessas madames carregam consigo a doença social
e racista e podem ser referenciadas como as Day McCarthy bonjesuenses. Não é
raro encontrar mulheres brancas da dita sociedade dos bonjesuenses ausentes e
presentes, saudosistas, conservadores e tradicionalistas, que tenham o mesmo
pensamento da socialite. É só reparar em seus comportamentos e olhares que
evidenciam e condenam suas posturas e pensamentos.
Salvo
em as crianças catarrentas, duas do atual grupo político ‘ai aquelas crianças
com as pernas russas parecendo urubus’, ‘ela é negra mas tem alma branca’ e por
aí vai....... O fato é que, essa doença social e racial está impregnada, ou
melhor, sempre esteve impregnada na sociedade de bem, dos saudosistas e nas
famílias bonjesuenses que reivindicam os pioneiros da cidade. Suas madames
McCarthy que o digam, pois são elas com seus olhares e comportamentos que
denunciam o racismo estrutural e velado que permeia a sociedade.
Madames
que sempre se dirigiam e dirigem aos negros com ares de coitadismo, pena,
superioridade como se tudo que fizesse em detrimento ao subsídio do mesmo, em
se tratando de trabalho, como se fosse uma salvadora, a Princesa Isabel do
momento. Sempre viram e ainda veem os negros como subalternos, inferiores,
madames e patroas que subjugam as mulheres negras com salários ínfimos e uma
carga horária de trabalho pesada.
As Day
McCarthy bonjesuenses existem, e são tão piores quanto a original.
MARCELO SILLES
Assistente Social & Rapper.
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quinta-feira, 30 de novembro de 2017
Hoje completa 1 anos de mais um fruto do genocídio contra o povo preto. Um ataque promovido por incompetentes policiais da Polícia militar RJ.
Wilton Esteves Domingos Júnior, de 20 anos
Wesley Castro Rodrigues, de 25 anos
Cleiton Corrêa de Souza, de 18 anos
Carlos Eduardo da Silva de Souza, de 16 anos Roberto de Souza Penha, de 16 anos
Wesley Castro Rodrigues, de 25 anos
Cleiton Corrêa de Souza, de 18 anos
Carlos Eduardo da Silva de Souza, de 16 anos Roberto de Souza Penha, de 16 anos
5 jovens pretos que tiveram seus direitos de viver retirado pelas mãos de estúpidos monstros... Os mesmos que deveriam zelar pelas nossas vidas, não remove las!
Assim seguimos, sendo estatísticas e brinquedos de um sistema cruel, racista e exterminador.
Assim seguimos, sendo estatísticas e brinquedos de um sistema cruel, racista e exterminador.
"Foram 111 tiros, 5 inocentes n carro
5 pretos que a polícia fuzilou em Costa Barros"
5 pretos que a polícia fuzilou em Costa Barros"
Por Snoopy Crioulo.
Curta: Partido dos Panteras Negras Brasil
✊
🇧🇷
Curta: Partido dos Panteras Negras Brasil
FONTE:https://www.facebook.com/Panterasnegrasbr/photos/a.1087682997973167.1073741829.1087635797977887/1276762275731904/?type=3&theater
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Exclusivo! Pastor Kleber Lucas rompe o silêncio e fala pela primeira vez sobre polêmica visita à Terreiro de Candomblé
Um dos maiores nomes da música gospel, falou com exclusividade ao Curta Mais News sobre o episódio que rendeu polêmica no meio evangélico brasileiro em entrevista reveladora
São 25 anos de carreira, centenas de clássicos da música gospel como “Deus Cuida de Mim”, “Aos Pés da Cruz”, “Jeová é o Teu Cavaleiro”, numa trajetória consagrada com um Grammy Latino de Melhor Álbum de Música Cristã - maior premiação da música. O carioca Kleber Lucas é um dos maiores hitmakers da música gospel no país, uma espécie de “Roberto Carlos” do meio evangélico, devido ao enorme repertório de sucessos que são cantados de norte a sul do Brasil dentro e fora das igrejas. Sua página no Facebook conta com mais de 3,6 milhões de seguidores e no Instagram outros quase 500 mil. Kleber também é pastor da Igreja Batista Soul, na Barra da Tijuca (RJ), e um dos artistas mais requisitados em eventos em todo país.
Ele foi uma das primeiras figuras do meio evangélico que conseguiu romper a barreira denominacional e alcançar também o público fora dos templos. Já recebeu em sua igreja o padre Fábio de Melo e costuma cantar, lá no mesmo púlpito, músicas como “Lanterna dos Afogados”, dos Paralamas do Sucesso e “Epitáfio”, dos Titãs. Ecletismo impensável para evangélicos mais conservadores.
Kleber hoje transita bem entre protestantes, católicos, artistas, e não pensa duas vezes se o programa for visitar um Terreiro de Candomblé para combater a intolerância religiosa. Foi isso que ele fez na última quinta-feira (23) ao se juntar com outros pastores evangélicos e levar uma quantia de R$ 11 mil para ajudar a reconstruir o Centro de Candomblé Kwe Cejá Gbé de Nação Djeje Mahin, em Duque de Caxias (RJ).
O culto ecumênico colocou lado a lado, pastores protestantes e líderes da religião afro, com o objetivo de mostrar que o respeito e amor ao próximo - independentemente de credo, cor ou opções divergentes - podem ser as maiores armas contra a intolerância.
Além de aderir à causa, Kleber Lucas cantou a canção "Maria, Maria" - de Milton Nascimento, que fala da luta de uma mulher batalhadora - junto com os músicos da comunidade local - muitos formados lá mesmo no Centro.
Depois do episódio que virou rapidamente um dos assuntos mais comentados no segmento evangélico em todo o país, o pastor e cantor preferiu o silêncio. A visita em um Centro de Candomblé dividiu opiniões. Os contrários são, na maioria, pessoas do próprio meio evangélico.
Em entrevista exclusiva ao Curta Mais, Kleber Lucas decidiu quebrar o silêncio e falar pela primeira sobre o caso. Para ele, o amor é o maior caminho contra todo e qualquer tipo de intolerância. "Infelizmente algumas pessoas ainda pensam que Deus é uma exclusividade delas, eu não acredito nisso. Eu acredito numa fé que comunica com outras confessionalidades. Eu prego isso, eu vivo isso, eu estou pela justiça", disse em entrevista reveladora ao Curta Mais.
"Estão me ferindo muito e me fazendo repensar minha caminhada", diz em tom de desabafo. Confira a conversa na íntegra:
Por que o senhor decidiu participar do encontro mesmo sabendo da repercussão que poderia gerar um pastor num Centro de Candomblé?
Minha decisão se baseou na causa. Um espaço considerado sagrado para um segmento foi violado pela violência, fruto da intolerância religiosa.
A atitude de alguns líderes de outra confessionalidade no sentido solidário é a melhor resposta a esse ambiente de ódio e intolerância que está varrendo nosso país num momento que precisamos estar mais unidos.
O senhor esperava tantas críticas vindas principalmente do meio evangélico?
Eu esperava uma reação de hostilidade sim. Existem muitas pessoas para as quais a fé é um instrumento belicoso. Gente que não consegue conviver com quem pensa diferente delas.
Como o senhor tem recebido os ataques?
A negatividade nunca é agradável. Estão me ferindo muito e me fazendo repensar minha caminhada. O que posso afirmar com toda certeza é que essas pessoas não entenderam a mensagem do Cristo. Nós ainda estamos falando de tolerância quando deveríamos falar de respeito.
As críticas vem principalmente de onde?
O preconceito é de ambas as partes. No entanto preciso afirmar como pastor negro e que já sofreu preconceito por ser preto e recasado diversas vezes que o preconceito contra as religiões de matizes africanas são as que mais sofrem.
O Cristo que veio da Europa e dos Estados Unidos pelos missionários era branco. A religião europeia e americana eram as únicas que religavam. Do lado dos pretos, índios e outros, só os perdidos. A teologia que veio para o Brasil em sua grande maioria é racista e de segregação.
O senhor entende que tem uma missão para combater o preconceito e a intolerância?
Essa luta pela igualdade não é minha e nem é recente. Desde os anos 1960, Martin Luther King já trazia o discurso pela igualdade de classes e pela tolerância, dedicando sua vida a esta causa.
O senhor tem recebido apoio?
Claro! Domingo quando eu cheguei no culto da Soul, a igreja toda ficou de pé, aplaudiu e disse que eu não fui lá sozinho, que estão todos comigo. A melhor parte é saber que a Igreja Batista Soul não está sozinha nessa mensagem da grande irmandade e que podemos sim fazer um Brasil melhor. Tem muita gente do bem.
Tenho grandes amigos verdadeiro de outras confissões e até amigos que não acreditam em Deus e, eventualmente, são dessas pessoas que me chegam as melhores respostas, orações, gestos solidários.
Há muito preconceito dentro das próprias igrejas?
Muito! Infelizmente algumas pessoas ainda pensam que Deus é uma exclusividade delas, eu não acredito nisso. Eu acredito numa fé que comunica com outras confessionalidades. Eu prego isso, eu vivo isso, eu estou pela justiça.
Precisamos aprender que cada ser humano é um, que o Pai é nosso, e que o Pai tem muitos filhos, diferentes, com pecados diferentes e que não podemos julgar nosso irmão por seu pecado ser diferente do meu.
A diferença é o que mais nos aproxima da Trindade , que é a família de Deus. Podemos dialogar com todos.
Qual o caminho para vivermos melhor em sociedade independentemente de credo, cor e opções diferentes?
Respeito, consciência cidadã, amor, amor e amor. O amor é o melhor caminho.
Em seu Instagram, Kleber resumiu sua história neste post comovente:
FONTE:http://www.curtamais.com.br/goiania/exclusivo-pastor-kleber-lucas-rompe-o-silencio-e-fala-pela-primeira-vez-sobre-polemica-visita-a-terreiro-de-candomble
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