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quarta-feira, 19 de junho de 2013

ALIADOS DA É NÓS POR NÓS - PRETTU JUNIOR

Carta aos racistas

Ultimamente tenho visto que o discurso hegemônico ganhou uma nova e velha máxima, " Se vc não esta satisfeito com o Brasil volte pra áfrica" temos ouvido esta frase com alguma freqüência. Esse argumento é antigo e como tudo que vem de gente limitada, é mal preparado também. Pra inicio de conversa quem são os descendentes de europeu colonizadores, genocidas para impor algo a respeito deste país que só é o que é, graças imensa contribuição dos negros trazidos cativo da áfrica. O negro não veio para cá em busca de fortunas e riquezas ou por promessa de incentivo fiscal e terras. Foram violentamente seqüestrados do seu continente. Hoje depois de séculos de contribuição, na gastronomia, cultura, nas artes, na musica e no esporte alguém simplesmente se acha no direito de dizer tal frase. E diz por achar que a cultura negra não tem valor, tudo que remete a África é desprezível e de menor valor. Pra quem conhece e vive o racismo a brasileira na pele isso não é de se espantar, mas o que frustra é fato de que quando achamos que estamos dando um passo à frente vem uma pessoa como esta e nos faz repensar.
Nós não vamos voltar pra África porque infelizmente nunca estivemos lá. Nunca estivemos porque nos foi roubado o direito de sermos cidadãos africanos. Não só esse direito, mas nossa identidade, nossas raízes, nossas referencias juntamente com as riquezas, marfins, ouros, diamantes, petróleo, animais selvagens, peles, madeiras e milhares de almas tragadas pela ganância sem limite dessa gente que hoje se sentem no direito de nos mandar voltar à áfrica. Agora vocês querem que nós voltemos, mas quando desbravamos as matas virgens, trabalhávamos de sol a sol nos canaviais de cana de açúcar, nos cafezais, na lida com o gado, quando morríamos nos troncos, amamentávamos seus filhos, quando éramos acoitados, humilhados, massacrados calados nas mais variadas formas de tortura vocês não diziam isso, e até iam buscar mais negros para satisfazer suas ganâncias pessoais. Vocês querem que nós voltemos à áfrica, mas voltemos com uma mão na frente e outra a traz assim como foi na abolição feita moda a caralho. Querem que nós voltemos, mas que deixe aqui a capoeira, o samba, o maracatu, o jongo, o candomblé, o afoxé, a ginga, e as riquezas geradas com o sangue do nosso povo. A parte da cultura brasileira que é valorizada no mundo é exatamente a que tem maior influencia africana. Ninguém sai da Europa em busca de pizza brasileira, mas atrás de feijoada, acarajé etc.
Mesmo depois de séculos de escravidão hoje vocês ainda não estão satisfeitos e se sentem no direito de odiar o negro. Acham injustificada a revolta de alguns cidadãos negros que se sentem frustrados com as covardias e hipocrisias vigentes nesta sociedade. Se tem alguém que deveria ter ódio aqui não são vocês. Não somos e nem seremos hipócrita e muito menos politicamente correto, pois eu particularmente me sinto neste direito depois de ter passado tudo o que passamos neste pais. Vamos continuar falando o que acreditamos e expondo a nossa opinião da maneira que acharmos mais conveniente doa a quem doer. Somos negros, temos sangue indígena, somos filho dessa terra e nenhum pseudo europeu ideológico tem moral e legitimidade para nos mandar sair.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

DIRETAMENTE DA FAIXA DE GAZA, PALESTINA - Fazendo rap na faixa

DIOGO BERCITO
DE JERUSALÉM


O estudante palestino Ibrahim Ghunaim, 21, esbarrou na reportagem da Folha enquanto cruzava pela primeira vez a fronteira com Israel. Ansioso, falava sobre suas apresentações de rap e sobre a vida estreita na faixa de Gaza. Após o concerto, conversou ao telefone sobre os desafios de fazer música em tempos de Hamas --segundo ele, o grupo extremista que domina a área não vê seus shows com bons olhos.

Sou rapper desde 2006. Era tão jovem quando comecei! Mas as pessoas dizem que sou o número um de Gaza.
Escrevo sobre o que vejo e sobre o que quero ver. Falo de mim, do meu povo, da situação, da causa palestina.
Tenho muitos problemas por causa da música. Fui preso várias vezes por fazer shows sem permissão do Hamas. Mas por que preciso de permissão? Não é um país livre?

O Hamas não aceita nenhum show em Gaza. Temos de procurar oportunidades fora daqui. O governo não nos deixa fazer música.

Em 2011, eu vendia mil ingressos para um show. Venderia mais hoje, mas não me apresento sozinho há dois anos porque o Hamas não permite. O último concerto só fiz por ter apoio de uma grande empresa em Gaza.

Acabei de voltar de Jerusalém. Fui convidado pelo consulado francês para uma apresentação. Meu show foi ótimo. Foi minha primeira visita a Jerusalém. Os convidados disseram que esse foi o melhor concerto da noite.

Só consigo fazer shows quando tenho apoio de entidades estrangeiras. O Hamas não diz "não" aos europeus. Só aos moradores de Gaza.

Não fui pago. Eles me levaram da fronteira até Jerusalém e me trouxeram de volta. Fiquei na casa de amigos, em Jerusalém e na Cisjordânia.

Estudo relações públicas e marketing na Universidade Palestina. Meu pai paga o curso. Não tenho emprego. Se achasse um trabalho, ainda assim não conseguiria me alimentar com o salário. Quando ouviu minhas músicas, minha família me deu liberdade para fazer o que quiser.

Estou trabalhando no meu primeiro projeto. Vão ser dez vídeos, vou traduzir para sete línguas. É difícil ter recursos; pago tudo do meu bolso. Ninguém apoia essa música, qualquer música, em Gaza.
Escolhi fazer rap porque posso dizer o que quiser. Talvez em outros gêneros de música eu não pudesse cantar sobre esses assuntos. O Hamas diz que o rap não é parte da nossa cultura, que é uma coisa que pegamos do Ocidente. Querem que a gente cante só orações em árabe.

Tento fazer eles ouvirem nossas canções, mas eles não nos dão uma chance. Eu posso ser uma pessoa importante em Gaza. Posso fazer muito dinheiro, se deixarem.
O nome da minha canção "Min Aja" significa "quem está vindo". Estou falando sobre mim mesmo e sobre os rappers que me criticam.
Os árabes não têm uma causa em comum: só a língua nos une. Cada um tem a própria causa. A minha é a palestina. Estamos morrendo aqui, mas continuamos de pé para conquistar nosso país.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

SANTA TERESINHA: DESCOBERTA DE UM CONFLITO RACIAL, DE IDENTIDADE E CULTURAL

1. A SEGREGAÇÃO SOCIAL/RACIAL E A CULTURA COMO \MECANISMO DE ENFRENTAMENTO.
1.1 A SEGREGAÇÃO RACIAL NO BRASIL
O bairro Santa Teresinha, popularmente conhecido como Volta da Areia, é um bairro do município de Bom Jesus do Itabapoana, município este situado na região noroeste-fluminense do estado do Rio de Janeiro. É um bairro periférico da cidade, que fica a 2 KM de distância do centro da cidade, dotado de uma infraestrutura como posto de saúde, um mini-mercado, duas mercearias, uma igreja católica, duas igrejas evangélicas, uma escola municipal e uma creche municipal. Apesar desse aparato estrutural, apresenta dificuldades com relação à manutenção dos aparelhos públicos (o posto de saúde, creche e escola). Faltam recursos principalmente na área da saúde.
Tal bairro, num primeiro olhar, aparenta se constituir de uma comunidade mista onde convivem negros, brancos e os ainda, ditos no popular, morenos e mulatos. Mas adentrando a comunidade, percebe-se uma clara separação espacial e racial.
Na parte mais baixa, no pé do morro, onde foram construídas na década de 1970 as casas populares pela COHAB[1], a maioria dos moradores são brancos e de pele mais clara. Na parte alta, onde as construções irregulares e demais aglomerações foram erguidas fora da faixa de zoneamento e na parte baixa, mais ao lado leste[2], a maioria dos moradores são negros e de pele mais escura.
Os moradores são marginalizados e discriminados por morarem no local, pelo tocante das questões de criminalização que permeiam a comunidade. A maioria das mulheres, mesmo com alguma formação, são domésticas, faxineiras, estão inseridas no mercado informal de trabalho. O mesmo ocorre com os homens, que em sua maioria é pedreiro e servente.
A aceleração do fenômeno do branqueamento e clareamento nas periferias e favelas não descaracteriza a condição do negro enquanto maioria nesses espaços segregados. Dada à condição de marginalizados e segregados socialmente, referência essa herdada pelos séculos de escravização a qual foram submetidos, os negros ainda perpetuam nos patamares mais baixos da classe societária. Portanto, uma falsa convivência harmônica não diminui e nem desvaloriza a condição de segregação fenotípica, no entanto só retroalimenta uma pré-condição já existente e não anula a luta pela igualdade, mas cabe o teor valorativo da diferença. Sendo assim,
A luta contra todas essas formas de discriminação e de segregação deve ser uma pré-condição para a verdadeira unidade da luta dos explorados, uma unidade que parte do reconhecimento da igualdade como síntese das diferenças, e não da igualdade que pretende anular com o método de Procusto. (Almeida. 2007, p. 98)

2. BOM JESUS DO ITABAPOANA UMA HISTÓRIA DE PRECONCEITOS E DESVALORIZAÇÃO DO NEGRO.
2.1 – BOM JESUS DO ITABAPOANA E O RACISMO, UMA ZONA DE DESCONFORTO.

          
  De acordo com o Artigo 5º da Constituição Federal (1988), todos são iguais perante a lei, ou pelo menos deveriam ser. Não simplesmente por uma formulação constitucional, mas sim por questões de direitos humanos e respeito mútuo.
            Nesse momento somos levados a problematizar sobre a questão racial. Como diagnosticar um racismo? Diante dessa pergunta desconfortável, certamente iríamos colher comentários dos mais variados desde àqueles que afirmam que o brasileiro é racista até àqueles do contra simpatizantes de Ali Kamel[3], não, não somos racistas.
            Uma vez, tecendo uma abordagem desafiadora, somos levados a tentar solucionar uma questão pertinente, que soma a nossa discussão: bom se não somos racistas, de que forma olhamos o outro? Será que realmente olhamos o outro, o diferente como igual?  A busca por responder questões tão delicadas faz com que fujamos da realidade e vivamos numa realidade em que, violências como o racismo, não existam, são meramente fantasias nas cabeças de quem não tem nada para fazer.
            A descoberta do racismo em Bom Jesus do Itabapoana eclodiu numa verdadeira zona de desconforto. O ranço do rancor branco manifesta-se de uma forma que tal debate sobre o racismo, atrasa o avanço tanto do progresso quanto humano da cidade. “Esse debate não cabe em discussão em nossa terra”, ressalva alguns indivíduos simpatizantes da democracia racial, já até nos disseram que tal questão negra, não vem ao caso num município do interior.
            A verdade a bem saber, é que tal racismo já existia desde quando os primeiros habitantes chegaram e constituíram famílias nessas terras bonjesuenses. Trouxeram seus escravos e com isso, o racismo introjetado da superioridade branca sobre o negro, a cultura da caridade, do favor, da sucumbência servil a que o negro estava fadado eternamente ao homem branco.
            Bom Jesus do Itabapoana é um município brasileiro que fica na região nororeste-fluminense do Estado do Rio de Janeiro. A população é de 35, 411[4] habitantes, e tem uma área de 598,824 km², subdividida nos distritos de Bom Jesus do Itabapoana (sede), Calheiros, Carabuçu, Pirapetinga de Bom Jesus, Rosal, Serrinha, Usina Santa Isabel, Usina Santa Maria, Barra do Pirapetinga. Bom Jesus do Itabapoana é rodeado ao norte pelo Rio Itabapoana que delimita a fronteira com o Estado do Espírito santo; a sudeste estão os municípios de Campos dos Goytacazes e Italva; ao sul e sudeste o município de Itaperuna e ao oeste-noroeste o município de Varre-Sai. A economia está voltada para a  agropecuária e setores comerciais e de serviços. Conta com um pequeno parque industrial. (Fonte: FIRJAN)
Bom Jesus do Itabapoana, como qualquer cidade do interior na Brasil, convive com a idéia que seus habitantes vivem em perfeita harmonia racial, portanto não existe segregação espacial e muito menos racial. No entanto o que sempre esteve escondido acaba sendo descoberto. O racismo enrustido do interior acaba por se revelar como sendo o mais cruel dos racismos velado, leva em consideração o passado ruralista da região onde qualquer piada com tons de insultos direcionados a cor da pele, não é caracterizado como ofensa.
            ‎"Primeiro o ferro marca a violência nas costas. Depois o ferro alisa a vergonha nos cabelos. Na verdade o que se precisa é jogar o ferro fora, É quebrar todos os elos dessa corrente de desesperos.[5]” É de fato perceptível essa colocação acerca da destruição da cultura do outro, percebe-se na condução de seu cotidiano onde é aprisionado, acorrentado ao modo de vida que se mantêm ainda em vigência, o branco. Podemos enquadrar essa ação de destruição da cultura do outro, numa passagem de Carneiro (2005) onde a relação do epistemicidio[6] se encaixa perfeitamente. Nesse ambiente animalizado essa ação destruidora da cultura do outro nada mais é “uma forma de seqüestro da razão em duplo sentido: pela negação da racionalidade do outro ou pela assimilação cultural que em outros casos lhe é imposta” (Carneiro. 2005, p. 97)

2.2 – A DESCOBERTA DO “ELEMENTO” NEGRO NO BAIRRO SANTA TERESINHA.
O município de Bom Jesus do Itabapoana foi elevado a condição de freguesia com o nome de Senhor Bom Jesus do Itabapoana em 14 de novembro de 1862. No brasão do município instituído, junto com a bandeira, na data de 14 agosto de 1965 encontra-se a data de 1842 e 1938. De acordo com TEIXEIRA[7] (2005) as datas representam “1842 – início da povoação, com a primeira denominação de Campos Alegre. – 1938 – restauração do município” (2005, p. 57)
A história do negro na sociedade bonjesuense, remota ao século XIX precisamente, a partir de 1863

Os novos donos das terras introduziram o elemento negro. O escravo, com o seu trabalho persistente e barato, representou papel primordial na evolução da agricultura. “Em cartórios de Campos-RJ, encontram-se escrituras várias, a partir de 1863, de compra, venda ou troca de escravos, como simples mercadorias, embora se referindo a pessoas que trabalharam sempre e exclusivamente, pelo engrandecimento local.” (Teixeira. 2005, p. 14)

Em Teixeira (2005), a história do negro como a sua importância para o progresso e desenvolvimento de Bom Jesus é praticamente nulo. Não há registros históricos escritos que descreva a colaboração, participação do negro, muito menos alguma genealogia familiar dos negros escravizados que trabalharam como escravos em Bom Jesus do Itabapoana que possa ser compartilhada.
Os autores destacam somente a genealogia de descendentes de brancos europeus e mais tarde de árabes. Destacamos aqui a venda de um escravo de nome Domingos[8]. Colocamos os seguintes questionamentos: E o escravo Domingos, qual a sua história? Sua genealogia? Sobre o escravo Domingos apenas encontramos uma cópia de um documento[9] de sua venda nos livros que narram à história branca de Bom Jesus do Itabapoana.
Também em seu livro a autora relata a primeira negra escravizada que foi alforriada, “em 15 de abril de 1866, há o registro da primeira carta de liberdade, dada a Faustina Theodoro” (2005, p. 14). Novamente colocamos os seguintes questionamentos: E Faustina Theodoro a primeira negra alforriada de Bom Jesus do Itabapoana, qual a sua história, sua genealogia? Praticamente não existe.

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:
ALVES, Marcelo Siles. SANTA TERESINHA: DESCOBERTA DE UM CONFLITO RACIAL, DE IDENTIDADE E CULTURAL. Trabalho de Conclusão de Curso do Curso de Serviço Social, Universidade Federal Fluminense-UFF/Campos dos Goytacazes-RJ. 2º semestre de 2012. Ano 2013, pág, Capítulo 1; 20-21: Capítulo 2; 38-42.




[1] Companhia de Habitação Popular do Rio de Janeiro.
[2] Essa parte mais a leste do bairro na parte baixa, faz-se ao encontro de um córrego que corta o bairro, onde são despejados os detritos de esgoto. Também onde ainda se encontram algumas casas populares em seu formato original. Percebe-se, no entanto que, com o passar do tempo, as moradias foram se deteriorando.
[3] Diretor Executivo da emissora Rede Globo que em uma palestra, admitiu que o brasileiro não é racista.
[4] De acordo com o último censo do IBGE de 2010.
[5] Luis Silva Cuti poema O Ferro.
[6] SANTOS, Boaventura de Souza Santos classifica de epistemicídio “a morte de conhecimentos alternativos”.

[7] TEIXEIRA, Ana Maria. História de Bom Jesus do Itabapoana. UFF/Eduff. 3ª edição ampliada. 2005.
[8] A cópia do documento se encontra no livro Bom Jesus do Itabapoana de Francisco Camargo Teixeira 3ª edição ampliada. Páginas 78-79.
[9] Vinde anexo Xerox do documento da venda do escravo domingos

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

AFFLANTE SPÍRITUS (MARCELO SILLES) – TRINDADE SANTA


CLIQUE , ACESSE E OUÇA A MÚSICA TRINDADE SANTA.


AFFLANTE SPÍRITUS, foi um grupo católico formado por Marcelo Silles, Julia de Rezende, Gerlane Alves, Érica, Vitor, Carolina e Luciana para concorrer ao PRIMEIRO FESTIVAL CATÓLICO DE MÚSICA MENSAGEM – 1º FESTCAMM. O festival ocorreu no dia 25 de março de 2000 na cidade de Bom Jesus do Itabapoana – RJ. Escolhemos esse nome pois como cristãos, temos que está sempre avante acompanhando as mudanças, mas nunca longe do amor do Pai e da Trindade Santa. Com a música TRINDADE SANTA, ficamos em primeiro lugar empatando com o nosso companheiro Silvério Lúcio Venâncio que cantou a música MISTÉRIO SANTO.
A música TRINDADE SANTA, foi composta, letra e música por mim Marcelo Silles, Gerlane Alves, Juliana Rezende e Érica. Eu e Juliana como compositores apenas e Érica e Gerlane como compositoras e vocais. Com os votos de aclamação do público e melhor letra conquistamos o primeiro lugar, empatando com o nosso irmão.
Confiram a música, ela foi gravada ao vivo no dia do Festival. Trindade Santa faz parte com mais 14 músicas que participaram do festival e estão eternizadas no cd I FESTCAMM. E para quem quer saber mais sobre o que significa a palavra  Afflante Spíritus é só clicar aqui.



sexta-feira, 23 de novembro de 2012

DIZZY RAGGA



Após lançar dois singles: EQUALIZANDO e POR AÍ, é com imenso prazer que trago para vocês o meu novo som, “NÃO SE AMASSE”, a letra e a melodia são criações minhas, o beat produzido por Biggie Êni e a mixagem ficou por conta do engenheiro de som Luiz Café.conta do engenheiro de som Luiz Café.
Definitivamente, estou ampliando as fronteiras do que já fiz antes...
No primeiro cd, “De Repente”, passei por diversos ritmos da cultura brasileira mesclando com hip hop e raggamuffin 
. Agora estou renovando meus horizontes, "equalizando" todas essas referências que fazem parte da minha história, e como as fontes são muitas podem esperar grandes novidades.

No começo do ano impressionei meus fãs abrindo o verão com o hit POR AÍ… Um electro hop e na seqüência a versão dubstep da faixa EQUALIZANDO em parceria com o produtor Cavalaska.
Agora chegou à vez de NÃO SE AMASSE.
Curta a fanpage www.facebook.com/dizzyragga.
E lembre-se aconteça o que acontecer em sua vida, NÃO SE AMASSE!"
Dizzy
Esperar em Serviço

Por Dizzy Ragga

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

JASMINE "SERIZZY" DAVIS

     Pensando que é somente os rapper´s brasileiros, os rapper´s bonjesuenses que passam perrengue nos corres com cultura rap/hip hop? Geral engana-se. Diretamente das terras do Tio Sam, minha parceira a rapper Jasmine, de New Jersey. A mina faz uma correria loka que merece respeito, apesar das dificuldades mantem-se firme nas ruas mandando suas rimas. Apresento a vocês JASMINE "SERIZZY" DAVIS. Cliquem no link abaixo e confiram os sons dessa rapper, que faz um corre loko como todos nós do perrengue.



Por Rapper Silles

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Eleição e a omissão da justiça.


MARCELO SILLES
Estudante do curso de Serviço Social UFF/Campos-RJ
Rapper e Membro do PSOL (Partido Socialismo e Liberdade) de Bom Jesus do Itabapoana-RJ



Defere ou indefere? Eis a questão. Observamos calmamente esse desenrolar do vai ou não vai. Assistimos mais uma vez, esse espetáculo circense asqueroso e mundano da indemocracia brasileira. A conduta politiqueira, as amarras eleitorais de interesses escusos, provam mais uma vez que o Brasil está longe, muito longe de ser uma nação democrática e perfeita. Democracia e justiças são palavras que saem das bocas desses vermes e soam como música nos ouvidos daqueles inocentes, que ficam hipnotizados e sensibilizados com tamanha santidade e benditas sabiamente pelos salmodiadores do templo do foro privilegiado ao qual vivem deliciosamente custeados pelas sandices de suas plebes "imaculadas" e puras.
     A justiça imunda e perdida, mostrou-se mais uma vez para que veio e foi criada: para servir fielmente ao capital. Num Brasil multicolorido, as penalidades mais barbaras e desumanas são aplicadas àqueles que se voltam e querem dignidade no atendimento aos seus direitos. Direitos esses que até o momento, desde de quando Portugal invadiu essas terras e a povo-ou com 90% de sua ralé podre, está sendo desfrutada por apenas 8% da população brasileira. Que merda de país é esse, que bate no peito que somos uma nação livre e igual? Que merda de país é esse onde a riqueza está nas mãos de muitos? 
     Esse país que se chama Brasil, é o país da corrupção, da injustiça, dos piores bandidos de toga e terno e gravata politiqueiros, paraíso dos políticos mais caros do mundo, país da intolerância religiosa, país da bandidagem partidária, país dos oportunistas etc.
     Nessa eleição de 2012, não vemos nada de diferente. Se a tal justiça existe, ela é burra, muito mais do que burra, pois vemos sua decisão sendo debochada aos montes, em frente a sua casa, de frente ao seu portão. Talvez também, tenha rolado algum agrado em espécie, os imortais não são tão imortais assim, tem suas fraquezas e Mortícia que não é nada boba, sabe onde fica o ponto fraco. 
     O povo, há o povo, mais uma vez assistiremos sentados ou em pé, o povo na sua farra carnavalesca, brindando, dançando, transando, e tudo que o circo de Baco e sua turma os puder oferecer e comprar. E mais uma vez, o povo se vende fácil.

sábado, 7 de julho de 2012

BLAHKA TAO

 O rapper carioca, esteve no espaço Enraizados em Nova Iguaçu, onde mandou sua rima NÓS VERDADEIROS com grande estilo. O rapper gravou a sua participação no espaço Enraizados e disponibilizou o vídeo que está na internet. Clica e confira o som. É puro luxo.

Rapper Silles