MC LEANDRO BOKA
Leandro Martins Braga mais conhecido como Leandro Boca, é um MC de 22 anos da cidade de Búzios, Rio de Janeiro.Por volta dos anos 90 começou a se interessar pelo funk melody o que logo mais o levou a conhecer o rap, através de um cd do Gabriel O Pensador, logo mais conheceria Racionais MCs, Planet Hemp, Mv Bill entre outros. Mais tarde tarde por volta do ano de 2003 começa a se arriscar e escrever suas letras, que na época eram gospel.Buscando suas inspirações não só no rap, mas também no samba do Fundo de Quintal à Cartola, no reggae de Natirruts à Bob Marley, no blues, no rock e tudo que é boa música. Com letras simples porém impactantes, Leandro Boca expõe seus pensamentos seja com suas músicas ou em seus freestyles.Além de representar a cultura Hip-Hop como MC, Leandro Boca também é Beatmaker e Graffiteiro. Uma de suas instrumentais entrou no projeto B.O.Rock do Max B.O além também de ser campeão da Batalha de Mcs do primeiro Encontro de Hip Hop de Búzios.Seja criando seu instrumentais, desenhando em muros pela cidade ou escrevendo suas letras, Leandro Boca vem buscando aos poucos conquistar seu espaço na cena.
FONTE:http://sindicato022.blogspot.com/
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
SINDICATO 022
VINIMAX
Ao contrário do estado de São Paulo, o hip-hop carioca não tem a sua origem caracterizada em meio ao caos das comunidades pobres. Isto faz com que os poucos artistas do movimento, oriundos destas áreas, se tornem um dado isolado que não chega a ser pertinente à números estatísticos que correspondam a forte predominância do hip-hop se comparado ao funk carioca. Talvez a resposta para este fato esteja relacionada a nossa geografia, que, certamente exerce forte influência diante da formação cultural, política e filosófica de nossa população... Porém, estes poucos representantes do hip-hop, quando rappers, trazem em suas músicas o relato da crueldade instalada nestes lugares. Mas, como mesmo reza o ditado, que, “para toda regra existe uma exceção”, a história de Vinimax inicia-se na comunidade nordestina de Rio das Pedras, uma das poucas ou a única favela carioca sem a presença do tráfico. Contudo, embora o tráfico não seja o fator correspondente do descaso social eminente em Rio das Pedras, questões como miséria, desemprego e habitação precária substituem o reflexo do “crime organizado”, e assumem o papel de uma outra agressão requintada, aonde somente sobreviventes como Vini podem interpretar com precisão os resultados deste lamentável quadro: residindo com sua mãe, esposa e filho menor, num humilde barraco de madeira, à 50 metros de um valão, VINIMAX, apesar de hoje fazer parte do elenco de grandes artistas da gravadora Sony Music, ainda convive com a dura realidade da pobreza. Pobreza passiva de questionamento, quando o mesmo, ao me receber hospitaleiramente em seu lar, me apresenta com orgulho sua rica coleção em vinil, variada em samba raiz, jazz, funk anos 70, soul, raggae e rap; principais fontes de inspiração para o seu primeiro CD, cujo título carrega seu próprio nome. Com o estilo passivo da crítica daqueles que no hip-hop acreditam na radicalidade excessiva das letras derapper favelado.
VINIMAX mostra que está com sua concepção muito além do previsível, dando assim lugar a conclusão de um trabalho sem igual...Vinimax Rapper de muito sucesso que estreou com seu album "Vinimax" em 2004, e ganhou muita fama com a musica "Neurótico", através desse sucesso ele foi para programas de TV de muita audiêcia como "Domigão do Faustão" e "Caudeirão do Huck".
FONTE:http://sindicato022.blogspot.com/
Ao contrário do estado de São Paulo, o hip-hop carioca não tem a sua origem caracterizada em meio ao caos das comunidades pobres. Isto faz com que os poucos artistas do movimento, oriundos destas áreas, se tornem um dado isolado que não chega a ser pertinente à números estatísticos que correspondam a forte predominância do hip-hop se comparado ao funk carioca. Talvez a resposta para este fato esteja relacionada a nossa geografia, que, certamente exerce forte influência diante da formação cultural, política e filosófica de nossa população... Porém, estes poucos representantes do hip-hop, quando rappers, trazem em suas músicas o relato da crueldade instalada nestes lugares. Mas, como mesmo reza o ditado, que, “para toda regra existe uma exceção”, a história de Vinimax inicia-se na comunidade nordestina de Rio das Pedras, uma das poucas ou a única favela carioca sem a presença do tráfico. Contudo, embora o tráfico não seja o fator correspondente do descaso social eminente em Rio das Pedras, questões como miséria, desemprego e habitação precária substituem o reflexo do “crime organizado”, e assumem o papel de uma outra agressão requintada, aonde somente sobreviventes como Vini podem interpretar com precisão os resultados deste lamentável quadro: residindo com sua mãe, esposa e filho menor, num humilde barraco de madeira, à 50 metros de um valão, VINIMAX, apesar de hoje fazer parte do elenco de grandes artistas da gravadora Sony Music, ainda convive com a dura realidade da pobreza. Pobreza passiva de questionamento, quando o mesmo, ao me receber hospitaleiramente em seu lar, me apresenta com orgulho sua rica coleção em vinil, variada em samba raiz, jazz, funk anos 70, soul, raggae e rap; principais fontes de inspiração para o seu primeiro CD, cujo título carrega seu próprio nome. Com o estilo passivo da crítica daqueles que no hip-hop acreditam na radicalidade excessiva das letras derapper favelado.
VINIMAX mostra que está com sua concepção muito além do previsível, dando assim lugar a conclusão de um trabalho sem igual...Vinimax Rapper de muito sucesso que estreou com seu album "Vinimax" em 2004, e ganhou muita fama com a musica "Neurótico", através desse sucesso ele foi para programas de TV de muita audiêcia como "Domigão do Faustão" e "Caudeirão do Huck".
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EXCLUSÃO ARTÍSTICA OU VÁ PROCURAR A SUA TURMA?
Certa vez, ouvi de um parceiro: "RAP E HIP HOP NÃO TEM LUGAR PARA SOM DE PISTA, BOATE, ESSE ESTILO TEM QUE SER EXCLUÍDO. O RAP FALA A VERDADE DAS RUAS, E A RUA NÃO TEM ISSO É SÓ MORTE E CRIME". Fiquei me perguntando:" PÔ O CARA ME DISSE ISSO ONTEM, E HOJE, SÁBADO, FOI SE DIVERTIR NUM PUTEIRO?". Bom não sei que tipo de ideia é postulada por essas mentes sobre diversão e curtição. Diversas vezes li e fui questionado sobre essa questão na qual a cultura de rua está caminhando, para a tv e chegando a grande massa. Sabiamente respondi, fazemos parte dela desde muito tempo, mas não somos donos dela, ela não pertence somente a nós, ela é universal, tem para todos.
Não podemos nos ater ao individualismo de querer impor regras e obstáculos para àqueles que querem se adentrar nesse universo urbano, seja por paixão ou simplesmente por interesse. Fazer o que se esse universo é sedutor e apaixonante? Agora viver, sentir, amar como nós amamos são para poucos.
Cultura de Rua eternamente.
Rapper Silles
CULTURA DE RUA E O NOVO PARADIGMA
A rua é rua em qualquer lugar. Estamos acompanhando os últimos acontecimentos na cultura de rua, urbana, no rap e hip hop. As estrelas pop, a volta dos mestres e mestras das antigas e principalmente daqueles que ainda insistem em afirmar qual estilo de som deve ser considerado rap e hip hop nacional. Elogiar as mulheres tanto no quesito beleza quanto no aval erótico, não parece ser algo que agrade os manos e também as minas. Existe uma complexidade em aceitar esses estilos de rimas por medo de agradar a grande massa e que o mesmo possa torna o rap e o hip hop num funk carioca, um pagode midiático, um forró universitário ou um axé midiático. Pelo que entendemos tanto o rap e hip hop como a cultura de rua, urbana é universal, postular conceitos e posturas dentro do movimento, da cultura classifico como um tanto sofista. Cabe discutir no entanto, é o respeito e o reconhecimento que se deve dar e sempre lembrar, àqueles que lutaram para que hoje, possamos ter a facilidade para conquistar espaços em diversos meios.
Mas na verdade, o que vejo, é um saudosismo enfático e infantil por parte de alguns e até mesmo por aqueles que se quer nasceram em tal época e enchem o peito e exclamam com fervor "AQUELA ÉPOCA ERA BOA". Era significa que passou, que tudo passa, o presente e futuro não se resumem a saudade e sim em manter-mos a nossa cultura firme e forte, independente do estilo de rima, se é gangsta, pesado, erótico, romântico. Certo que tem uns picuinhas, uns que aproveitam o embalo e se metem a besta e vão no faro do "money", mas fazer o que a cultura é universal.
A lógica de se fazer parte de uma cultura é saber que ela um dia irá crescer, se expandir, como dizem alguns evoluir, transpor barreiras chegar àqueles que um dia a marginalizaram. É certo afirmar que aproveitadores se apoderam dessa arte para transformá-la em algo para benefício próprio. Mas também é certo afirmar que ela só toca o coração, daqueles e daquelas que realmente fazem parte e a amam de verdade.
Independente do meu estilo, sempre fui, sou e sempre serei eternamente Cultura de Rua.
Rapper Silles
Local:
Rio de Janeiro, Brasil
terça-feira, 22 de novembro de 2011
SINDICATO 022
RICARDO F.B.
Ricardo F.B. nasceu em São Cristóvão Rj,Cresceu na Fazenda de Inhaúma no Complexo do Alemão Zona Norte do Rio( Rj) Seu pai por estar diretamente envolvido com a criminalidade local acabou sendo expulso da comunidade por uma suposta troca de facção no inicio da década de 80,Já sua mãe como vendeu a casa e resolveu deixar seu filho dentro da comunidade sendo criado por amigos próximos,não aguentando as pressões e novos desafios da vida resolveu fugir com o pai ,Já o menino cresceu entre casas de estranhos e orfanatos.Ricaro F.B. naõ se envolveu coma criminalidade contrariando as estatísticas,pré-determinado a ser visto na sociedade em busca de seus pais que sumiram,ele aproveitando sua forma real de sua vida começou a carreira como compositor.Ao conhecer o mundo do funk se indentificou com o estilo realista e irreverente da Velha escola de Funk.Ricardo F.B fez parte de duplas atuando com o seu vocal melódico como (LÉO & RICARDO,MARCINHO & Brinquinho) Fez tambem parte do grupo chamado Eclipse Boys com o músico Beto Gomes.O sucessointitulado de “Rasta” foi um dos sucessos da dupla que logo terminou,mas o musico conheceu o rapper e produtor Vanone Rapman que juntos participaram do Fórum nacional da cultura,que causou uma repercussão cheia de elogios e aplausos de empresários locais,produtores culturais e pessoas de fluência da cidade de macaé rj.Logo nascia um novo estilo de música e de vida para Ricardo F.B. que descobriu que não poderia mais acreditar em um movimento movido por apologia e pornografia!O seu estilo rap Zuuk composto de melodias dramáticas munidas de letras contundentes,adquiriu conceito na mídia macaense resultando em musicas tocadas e pedidas dentro da programação das principais rádios da cidade inclusive em programas de funk da região dos lagos ,norte fluminense e baixada litorânea do estado do rio de janeiro.
FONTE: http://sindicato022.blogspot.com/
Ricardo F.B. nasceu em São Cristóvão Rj,Cresceu na Fazenda de Inhaúma no Complexo do Alemão Zona Norte do Rio( Rj) Seu pai por estar diretamente envolvido com a criminalidade local acabou sendo expulso da comunidade por uma suposta troca de facção no inicio da década de 80,Já sua mãe como vendeu a casa e resolveu deixar seu filho dentro da comunidade sendo criado por amigos próximos,não aguentando as pressões e novos desafios da vida resolveu fugir com o pai ,Já o menino cresceu entre casas de estranhos e orfanatos.Ricaro F.B. naõ se envolveu coma criminalidade contrariando as estatísticas,pré-determinado a ser visto na sociedade em busca de seus pais que sumiram,ele aproveitando sua forma real de sua vida começou a carreira como compositor.Ao conhecer o mundo do funk se indentificou com o estilo realista e irreverente da Velha escola de Funk.Ricardo F.B fez parte de duplas atuando com o seu vocal melódico como (LÉO & RICARDO,MARCINHO & Brinquinho) Fez tambem parte do grupo chamado Eclipse Boys com o músico Beto Gomes.O sucessointitulado de “Rasta” foi um dos sucessos da dupla que logo terminou,mas o musico conheceu o rapper e produtor Vanone Rapman que juntos participaram do Fórum nacional da cultura,que causou uma repercussão cheia de elogios e aplausos de empresários locais,produtores culturais e pessoas de fluência da cidade de macaé rj.Logo nascia um novo estilo de música e de vida para Ricardo F.B. que descobriu que não poderia mais acreditar em um movimento movido por apologia e pornografia!O seu estilo rap Zuuk composto de melodias dramáticas munidas de letras contundentes,adquiriu conceito na mídia macaense resultando em musicas tocadas e pedidas dentro da programação das principais rádios da cidade inclusive em programas de funk da região dos lagos ,norte fluminense e baixada litorânea do estado do rio de janeiro.
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segunda-feira, 21 de novembro de 2011
SINDICATO 022
MARCINHO G FUNK
EX: Artista Profissional do Funk Carioca, Cantor e Compositor que teve a Carreira iniciada no ano de 1993 ao lado do Mc Brinquinho. Alcançando o sucesso com a dulpla de MCs (Marcinho e Brinquinho), No ano de 1994 e 1995...entrando para a elite do Funk Carioca *** Em 1996 Foram Faixa do Lp da equipe (Aquarius Disco Tubarâo Nervoso) Com o “Rap do Amor Eterno” Vendido em todo brasil.Em 1997 Participou Com uma poesia no especial dos dias das mâes surpreendido pela alto Litoral Foi ao ar Na TV Globo.Em 1998 após o fim da dupla (M&B) Gravou Pela AFEGAN antigo Studio do DJ Marlboro Produzido Por PêPê e Batutinha, iniciando carreira solo com participaçôes de outros Mcs Umas de suas influençias sonoros é or rapper americano Nate Dogg..Mais no ano de 2000 Teve a sua vida mudada, após ter sido impactado pelo Poder de Deus,e do evangelho de Jesus Cristo. Na cidade de Silva Jardim-RJ Num encontro Com Deus.
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sexta-feira, 18 de novembro de 2011
SINDICATO 022
MCDS SAN
Saulo Rodrigues de Oliveira o MCDS SAN é
Natural do Rio de Janeiro 32 anos, orfão familia humilde;
Casado, tentando encontrar uma resposta pra origem do universo rsrsrs brincadeira. Sou cristão e adpto do islã por facinio, respeito e Fé e assim tento de uma forma contundente e, menos hipócrita possível, transpassar algumas das tantas formas de se interpretar os acontecimentos da vida diária de um jovem carioca da gema morador do suburbio da zona oeste do Rio de Janeiro que,Fez tambem parte da primeira formação do grupo (EZN) e vem nos ultimos anos mudando completamente o cenário da musica compondo rap's repletos de muita informação e abordando assuntos do seu cotidiano que acaba de certa forma, caracterizando-se com a vida dos seus ouvintes própriamente dizendo.Sendo ele bastante influenciado por diversos estilos de musica,seu trabalho em momento algum foge do verdadeiro propósito,que consiste em fazer, a mudança atraveis da expressão musical que desde muito tempo tem sido o marco de apoio e base solida pra diversas revoluções em diversos aspectos, podemos tirar como exemplo que na época da ditadura muitos dos nossos musicos se exilaram devido a repressão. Utilizando o "underground" como rota ele vem seguindo uma linha forte, e dentre suas centenas de letras escolheu apenas 12 faixas e 2 bonus track pra no final desse ano estar lançando sua primeira demo quais todos podem curtir aqui uma faixa exclusiva o seu sucesso Hastá lá Victória!
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FAMA NAS RUAS
Fama nas Ruas, é um grupo de rap capixaba da cidade de Cariacica. Esse o vídeo de divulgação do grupo. Confiram o som, VIDA NO GUETO o corre desses manos e mina é loco e da hora.
Rapper Silles
Rapper Silles
SINDICATO 022
NADINHO DJ
Dj Nadinho trás o melhor do funk e coloca todo mundo para dançar, Na cidade de Macaé além de informar aos ouvintes tudo que está rolando no mundo do funk e 101 minutos de música sem intervalo comercial com o seu programa intitulado “Programa da Galera” Na radio Fm 101 das 20:00 as 22:00hs de Segunda a Sexta feira,Tendo também o Programa Club Mix que vai ao ar de 18:00 ás 20:00 que na sequençia continua até as 22:00 com o “Programa da galera”.Nadinho Dj é o DJ de Funk Pioneiro numero 1 da região dos lagos e norte fluminense,começou fazendo parte da equipe da “Aquarius disco” do Empresário Celinho dj no final da década de 80,E até hoje atua fazendo eventos e trabalhando na radio de macaé fm 101 com o programa club mix.Além de ter um programa que vai ao ar na tv a cabo da cidade de macaé canal litoral 21,Onde Nadinho dj faz entrevistas com ícones do funk carioca e da região tanto dos lagos,baixada litorânea e norte fluminense.Respeitado por muitos mc´s da época de ouro do funk carioca como Cidinho e Doca,Mc neném,Mc marcinho,Mc Buchecha,Mc mascote e a maioria dos dj´s funks da região rj além de Locutor,Dj e produtor fonográfico.
MCDS SAN
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Homenagem ao Raper Garcia Gam
Uma homenagem singela para um grande rapper. A cultura de Rua, ficou mais triste, a está vazia, as esquinas estão em silêncios não se escutam as vozes que alegram que cantam e rimam os cantos periféricos. Os graffites desapareceram, o break não se quebra mais por um tempo a rua ficou de luto. Um guerreiro de sua Cultura foi rimar, cantar e alegrar em outros cantos, outras ruas, outras esquinas. O seu guerreiro se mudou para o céu. Garcia Gam.
Rapper Silles
Rapper Silles
sábado, 12 de novembro de 2011
SINDICATO 022
DJ ROQUE H2
1990, Baixada Fluminense, Rio de Janeiro. Baile funk. Época áurea do vinil. Equipe explosão tocava e o “brake” era a dança. Ao som do grave, sob o suor da dança e os malabarismos de um experiente e inspirado DJ Flash:- Esse cara mandava muito bem. Ele colocava a agulha debaixo do disco pra tocar ao contrário e ainda fazia scratch-Roque, então com 13 anos de idade, tomou uma decisão:- Vou ser DJ!-Muitos bailes depois, durante um show promovido pela extinta rádio tida como“Maldita”, Fluminense FM, completamente envolvido com o movimento Hip Hop, Roque foiapresentado a dois amigos que tinham acabado de lançar um disco: Nino Rap e Eddie MC. Osdois eram integrantes da banda “Nocaute” e o convidaram para um teste, no qual passou.DJ Roque descobriu uma nova vertente para o uso dos vinis. Além dos scratchs e deexecutar músicas, eles também podiam ser usados como elemento percussivo.Com a tarefa de reproduzir o que fora gravado em estúdio pelo DJ Cleston e acrescentar o seu talento nas novas composições da banda, começou uma nova jornada:experimentar a mistura de instrumentos de corda (como guitarra e contra baixo) com vinil,bateria e o que mais aparecesse.Alguns ensaios depois, ao entrar no estúdio para gravar a demo do segundo disco da banda, exatamente 10 anos depois da decisão de tornar-se DJ, mais uma forte inspiraçãobalançou o então experiente DJ Roque. Sentado à frente de uma mesa de som, comandando todaa parafernália de um estúdio top 10 da América Latina, Rodrigo Coutinho Kuster fazia mágicaao mixar inúmeros artistas. Era o único autorizado pelas gravadoras a remixar nomes como U2,Guns N´ Roses e outros do mesmo calibre. Ao vê-lo trabalhando, outra certeza veio ao DJ:- Um dia sento naquela cadeira!-“Sentar-se naquela cadeira” implicava em tornar-se um produtor musical.Após gravar a tal demo, a banda lotou a agenda. Da baixada à Zona Sul do Rio, todos dançavam ao som da mistura de DJ com banda. Logo veio um contrato com a Sony Music, e osegundo CD intitulado com o mesmo nome da banda (Nocaute) começou a ser gravado nomesmo estúdio (Rock House) em que foi gravada a demo.Além do próprio Kuster, outra figura determinante entrou na vida do DJ Roque:ViniMax. Um cantor de funk influenciado por Tim Maia, Tupack Shakur e Racionais MC´s,que tinha emplacado o hit “Banho de Espuma” e era o assistente de gravação.ViniMax e DjRoque começaram uma parceria que no futuro traria frutos.Durante duas turnês pelo Brasil, enquanto montava seu home estúdio, DJ Roque seapresentava agora com a banda, não só como DJ, mas também cantando com performance.Espaço que conquistou no terceiro disco do Nocaute, “CD Pirata”, que foi indicado ao Grammy Latino na categoria de melhor disco de Rap do ano de 2002.
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1990, Baixada Fluminense, Rio de Janeiro. Baile funk. Época áurea do vinil. Equipe explosão tocava e o “brake” era a dança. Ao som do grave, sob o suor da dança e os malabarismos de um experiente e inspirado DJ Flash:- Esse cara mandava muito bem. Ele colocava a agulha debaixo do disco pra tocar ao contrário e ainda fazia scratch-Roque, então com 13 anos de idade, tomou uma decisão:- Vou ser DJ!-Muitos bailes depois, durante um show promovido pela extinta rádio tida como“Maldita”, Fluminense FM, completamente envolvido com o movimento Hip Hop, Roque foiapresentado a dois amigos que tinham acabado de lançar um disco: Nino Rap e Eddie MC. Osdois eram integrantes da banda “Nocaute” e o convidaram para um teste, no qual passou.DJ Roque descobriu uma nova vertente para o uso dos vinis. Além dos scratchs e deexecutar músicas, eles também podiam ser usados como elemento percussivo.Com a tarefa de reproduzir o que fora gravado em estúdio pelo DJ Cleston e acrescentar o seu talento nas novas composições da banda, começou uma nova jornada:experimentar a mistura de instrumentos de corda (como guitarra e contra baixo) com vinil,bateria e o que mais aparecesse.Alguns ensaios depois, ao entrar no estúdio para gravar a demo do segundo disco da banda, exatamente 10 anos depois da decisão de tornar-se DJ, mais uma forte inspiraçãobalançou o então experiente DJ Roque. Sentado à frente de uma mesa de som, comandando todaa parafernália de um estúdio top 10 da América Latina, Rodrigo Coutinho Kuster fazia mágicaao mixar inúmeros artistas. Era o único autorizado pelas gravadoras a remixar nomes como U2,Guns N´ Roses e outros do mesmo calibre. Ao vê-lo trabalhando, outra certeza veio ao DJ:- Um dia sento naquela cadeira!-“Sentar-se naquela cadeira” implicava em tornar-se um produtor musical.Após gravar a tal demo, a banda lotou a agenda. Da baixada à Zona Sul do Rio, todos dançavam ao som da mistura de DJ com banda. Logo veio um contrato com a Sony Music, e osegundo CD intitulado com o mesmo nome da banda (Nocaute) começou a ser gravado nomesmo estúdio (Rock House) em que foi gravada a demo.Além do próprio Kuster, outra figura determinante entrou na vida do DJ Roque:ViniMax. Um cantor de funk influenciado por Tim Maia, Tupack Shakur e Racionais MC´s,que tinha emplacado o hit “Banho de Espuma” e era o assistente de gravação.ViniMax e DjRoque começaram uma parceria que no futuro traria frutos.Durante duas turnês pelo Brasil, enquanto montava seu home estúdio, DJ Roque seapresentava agora com a banda, não só como DJ, mas também cantando com performance.Espaço que conquistou no terceiro disco do Nocaute, “CD Pirata”, que foi indicado ao Grammy Latino na categoria de melhor disco de Rap do ano de 2002.
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DOCUMENTÁRIO AFROCARIOCAS
Em breve o single "PRETA" do rapper Silles, fara parte da trilha sonora do documentário AFROCARIOCAS do grande Totti Angola. O lançamento está previsto para 2012. Mais um trabalho do rapper reconhecido pelas fronteiras internacionais. Aguardem, enquanto isso, confiram o vídeo de chamada do documentário.
Rapper Silles
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
GARCIA GAM
Como diz o ditado, os bons vão cedo. Neste domingo último dia 06/11/2011, a cultura hip hop perdeu um grande lutador, o rapper GARCIA integrante do grupo FAMÍLIA GAM. Grande rimador, excelente cantor, com uma voz potente e forte, Garcia contagiava por onde passava. Sempre humilde e firme nas correrias da cultura e da música de rua. Palavras são poucas para definir esse mano guerreiro, fica a nossa singela e humilde homenagem, mas pode crer é de coração. Deus sabe o que faz, sabemos que neste momento você está em lugar melhor, rimando e cantando. Vá em paz irmão.
RAPPER SILLES
SINDICATO 022 " DEMO " PREVIA DA COLETÂNEA PT 1
SALVE, SALVE PRA GERAL TER UMA IDÉIA DO QUE VAI VIR POR AÍ COM O SINDICATO 022. CONFIRAM...
SINDICATO 022
MANO GLAUCIO
Gláucio, mais conhecido como Mano Gláucio começou a se inserir no Hip Hop, escutando rap em um programa de rádio. As letras chamaram tanto a atenção dele que começou a escrever com certa frequência. Subiu no palco pela primeira vez por volta de 2004, no antigo bar do 30, Bairro Serra Pelada, na cidade de Cabo Frio, em que o Mano Gláucio mandou a rima na roda de improviso.
Os palcos se tornaram constantes e a periferia de Cabo Frio começou a absorver a sonoridade do rap contestador de Mano Gláucio que traz nas mensagens, profundos questionamentos da sociedade vigente, além de mostrar a comunidade em questão a necessidade de se ter saneamento, uma boa educação, segurança alimentar e cidadania plena.
Lançou um trabalho com 4 músicas em 2008 chamado “Aterrorizando o Sistema”, tendo boa aceitação junto ao público. Segundo suas palavras: “Isso para mim faz parte dessa cultura de rua, reinvindicar”.
Hoje faz parte do selo Faixa de Gazah e em 2012 pretende lançar o disco solo. Como ele diz em suas apresentações: “Fazer barulho é fácil, quero ver é estrondar”.
Os palcos se tornaram constantes e a periferia de Cabo Frio começou a absorver a sonoridade do rap contestador de Mano Gláucio que traz nas mensagens, profundos questionamentos da sociedade vigente, além de mostrar a comunidade em questão a necessidade de se ter saneamento, uma boa educação, segurança alimentar e cidadania plena.
Lançou um trabalho com 4 músicas em 2008 chamado “Aterrorizando o Sistema”, tendo boa aceitação junto ao público. Segundo suas palavras: “Isso para mim faz parte dessa cultura de rua, reinvindicar”.
Hoje faz parte do selo Faixa de Gazah e em 2012 pretende lançar o disco solo. Como ele diz em suas apresentações: “Fazer barulho é fácil, quero ver é estrondar”.
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SINDICATO 022
DJ K9 (K9 DEEJAY)
DJ K9 TEM ESTRADA COM O FUNK É MAIS UM NA CAMINHADA COM O COMPROMISSO COM O HIP HOP E O FUNK MIAMI BASS,SEMPRE ATUANDO NA VOZ E NAS PICK´UPS! ELE É A CARA DO MIAMI BASS,R&B,SOUL,BLACK & HIP HOP,E ESTA DE FRENTE COM OUTROS CONVIDADOS FAZENDO BAILES DE HIP HOP COMUNITÁRIOS EM MACAE E ARREDORES,TODAS AS QUINTAS A PARTIR DAS 22HS ELA SOLTA AS BOLACHAS QUENTES NA RADIO COMUNITARIA DO BAIRRO AEROPORTO EM MACAÉ-RJ,TOCOU VARIAS VEZES EM PISTAS DE DANÇAS NOS ANOS NOVENTA E TAMBEM ERA DJ DO GRUPO A.C.R.ALÉM DE LOCUTOR DE UMA RADIO COMUNITARIA ONDE ROLA VARIOS SOMS DE INICIANTES TRABALHOU TAMBEM NA EQUIPE DE SOM AQUARIUS DISCO E FEZ PARTE DO DOCUMENTÁRIO DIRIGIDO POR PAULO AZEVEDO DO CIEM H2 (O HIP HOP E EU) DIRIGIDO POR FELIPE ITAGIBA CONTANDO SUA HISTORIA NO RAP DESDE O INICIO DA DECADA DE 90!
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sábado, 5 de novembro de 2011
NOVO SOM DO PARCEIRO SAMMUCA O5 - OLHOS ABERTOS
Cliquem e confiram o novo single do rapper Sammuca 05 intitulado OLHOS ABERTOS. Recomendo, muito bom. Salve Sammuca cultura urbana capixaba muito bem representada.
NOVOS TEMPOS
De volta ao jogo as cartas estão na mesa, aqueles que desistiram só lamento o caminho é de tormentos, mas a vitória me aguarda e o gosto dela é doce e o gozo é fulminante. Sumermo a rua noroeste-fluminense eu represento, sem da boi pros vacilão que só pensam em atrasar o tempo, destilar seu veneno. Qualidade não é sinônimo de sucesso, no final só ficam os espertos, a rua, as vielas, os morros, os barracos, os rebocos irão decidir quem é quem, quem é merecedor e quem é perdedor, zé-povinho. Junto nos corre os irmãos Valentim V8 e Maykão, será que tu aguenta alemão três de uma só vez, vai virar de nós freguês. Sai pra lá zica, pensa que nos intimida, quando mais já foi pra latrina, descendo descarga a baixo, aqui são os guerreiros diferente de você que foi criado em berço de ouro, sem sufoco, tendo todos os gostos.
SUMERMO A RUA NOROESTE/FLUMINENSE OS GUERREIROS, TAMO NA LUTA, NA BATALHA DO DIA-A-DIA, MATANDO UM LEÃO POR VEZ.
RAPPER SILLES
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
NINA SILVA
"O nome dela é Nina, tão sublime e divina...", nessa vibe o rapper Silles lançará junto com a EP projeto "PRA ELAS E POR ELAS" o single "NINA SILVA", uma preta magnifica, bela, guerreira e muito mais em que o rapper decidiu homenagear pela sua beleza, atitude e garra uma verdadeira candance representando assim as mulheres negras, pretas nesse som. Com participação do rapper Valentim V8, o single NINA SILVA promete ser pedrada. Aguardem, por que antes temos que ter a aprovação da diva homenageada.
QUEM VAI PRA NOITE
"QUEM VAI PRA NOITE", será o novo single do rapper Silles com participações de Maykão e Valentim V8. O som fará parte do EP projeto "PRA ELAS E POR ELAS" sempre exaltando à atitude, beleza e tudo mais das mulheres pretas. Aguardem.
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